Prevenção e Controle de Enfermidades / Enfermidades Transmissíveis / Hanseníase

Relatórios estaduais: Monitoramento da Eliminação da Hanseníase (LEM) (Brasil, 2003)

Relatórios estaduais (PDF, tamanho meio 21 pp, 609 KB)

Acre (AC)
Alagoas (AL)
Amapá (AP)
Amazonas (AM)
Bahia (BA)
Ceará (CE)
Distrito Federal (DF)
Espírito Santo (ES)
Goiás (GO)
Maranhão (MA)
Mato Grosso (MT)
Mato Grosso do Sul (MS)
Minas Gerais (MG)

Pará (PA)
Paraíba (PB)
Paraná (PR)
Pernambuco (PE)
Piauí (PI)
Rio de Janeiro (RJ)
Rio Grande do Norte (RN)
Rio Grande do Sul (RS)
Rondônia (RO)
Roraima (RR)
Santa Catarina (SC)
São Paulo (SP)
Sergipe (SE)
Tocantins (TO)

LEM Brasil 2003

Relatório LEM 2003 (nacional) |  Manual LEM

Página hanseníase OPAS:
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O Monitoramento da Eliminação da Hanseníase (LEM, de Leprosy Elimination Monitoring em inglês) é uma avaliação independente e formal com indicadores padronizados pela OMS, onde são coletados dados que complementam os sistemas rotineiros de informação e permite conhecer com maior detalhamento o desempenho dos serviços de saúde, a qualidade da assistência oferecida, o acesso e a cobertura de poliquimioterapia (PQT) a nível local, estadual, regional e nacional. Estes indicadores possibilitam medir aspectos específicos das Ações de Controle da Hanseníase disponibilizando aos gestores informações que os auxiliem na tomada de decisões e na implementação de planos de ações.

Como parte do processo de cooperação entre a OPAS/OMS e o Ministério da Saúde, foi proposta a execução do LEM para aprofundar o conhecimento sobre o progresso da Eliminação da Hanseníase nos estados brasileiros. A execução do LEM nas regiões Norte e Nordeste foi realizada sob a responsabilidade da Fundação Alfredo da Matta e na região Sudeste, Sul e Centro-Oeste o Instituto Lauro de Souza Lima, que são Centros Colaboradores para o Programa Nacional de Controle e Eliminação da Hanseníase e Centro Colaborador da OMS para Treinamento, Pesquisa e Atividades de Campo em Hanseníase.


Indicadores chave do LEM (indicadores padronizados da OMS)

Grupo I: Indicadores de eliminação

1. Atividades de detecção

  1. Número de pacientes nos casos registrados para tratamento (ocasião visita)
  2. Casos registrados para tratamento (Coordenação)
  3. Abandono
  4. Casos registrados para tratamento, OMS
  5. Casos novos: proporção de menores, mulheres, incapacidades, lesão única, multibacilares (MB)
  6. Tempo médio diagnóstico (meses)

2. Prevalêcia: números absolutos e taxas

  1. Prevalência notificada
  2. Prevalência depois da aplicação dos definições padronizadas
  3. Tendência da prevalência nos últimos 5 anos

3. Tendência da detecção: números absolutos e taxas

  1. Tendência da deteccáo nos últimos 5 anos
  2. Tendência da deteccáo para casos multibacilares
  3. Tendência da deteccáo para crianças

Grupo II: Integração dos serviços de PQT nos Serviços Básicos da Saúde

1. Proporção de serviços da saúde existentes que oferecem acesso a PQT

2. Acessibilidade à Poliquimioterapia (PQT)

  1. Entrevista paciente
  2. Distância média (Km)
  3. Custo médio estimado (Reais $)
  4. Flexibilidade do PQT
  5. Quantos dias a unidade fornece PQT (Entrevista Paciente)

3. Disponibilidade de drogas PQT

Grupo III: Qualidade do Serviço PQT

1. Proporção de pacientes que recebem tratamento PQT

  1. Atende reação (Total de Serviços Visitados)
  2. Unidade dispõe de esteróide
  3. Quantos dias a unidade fornece PQT (Entrevista Profissional)

2. Atende reação (Total de Serviços Visitados) adesão de tratamento

  1. Taxa de cura
  2. Taxa de abandono
  3. Taxa de pacientes em tratamento

3. Qualidade do blister, PQT

  1. Blister examinado
  2. Blister com qualidade aceitável
  3. Tratados com PQT