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Velho Continente |
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Primeiro achado |
Nilo Ocidental, Uganda, África, 1937 |
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Outras áreas endêmicas |
Uganda
República Centro-Africana
Madagascar
África do Sul
Egito |
França
Romênia
Itália |
Israel
Rússia
Índia |
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Novo Mundo |
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Primeiro achado |
Nova York, 1999 |
1999, 62 casos em 4 estados
2000, 21 casos em 5 estados
2001, 66 casos em 11 estados
2002, 673 casos em 41 estados |
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Isolamento do vírus em outros países |
Ilhas Cayman (2001), Canadá (2002) |
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Índice de fatalidade em casos clínicos |
(1999) 7 em 62 = 11,29%
(2000) 2 em 21 = 9,52%
(2001) 9 em 64 = 14,06%
(2002) 32 em 673 = 4,75% |
Em surtos nos EUA, cerca de uma em cada 150 pessoas infectadas desenvolveu doença grave com infecção do sistema nervoso central (encefalite e/ou meningite) |
Foram relatados sintomas semelhantes aos da gripe em cerca de 30% dos infectados, mas a maioria não desenvolveu a doença. |
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Reservatórios |
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Aves (amplificadores do vírus) |
Pardal
Corvos (Corvidae)
Pombos |
Em comparação ao homem, as aves têm uma probabilidade bem maior de se infectar e desenvolver a doença pelo vírus do Nilo Ocidental. |
As aves representam a via de transmissão mais provável da doença a
outros países na Região. |
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Mamíferos (hospedeiros definitivos) |
Cavalos
Homem
Animais domésticos (cães, gatos, coelhos etc.)
Outros animais |
Nos Estados Unidos, o USDA-APHIS (Serviço de Inspeção de Saúde Vegetal e Animal do Departamento de Agricultura dos EUA) concedeu uma licença provisória para o uso de uma vacina de vírus mortos em cavalos. |
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Vetores |
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Mosquitos |
Culex pipiens
Culex tarsalis
Culex quinquefasciatus
Outros Culex spp.
Outros Ochlerotatus spp. |
A maioria das picadas de mosquitos não irá causar infecção pelo WNV. |
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Como risco de saúde para o homem |
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Sintomas de doença grave |
Febre, desorientação, fraqueza muscular, rigidez de nuca, dor de cabeça, náusea |
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Risco de doença grave |
Maior para pessoas idosas e imunocomprometidas |
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Crianças não são particularmente vulneráveis |
Quando ocorrem casos de doença grave, eles são em pequeno número em crianças |
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Período de incubação |
3−14 dias depois da picada por um mosquito infectado |
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O que fazer |
As pessoas com sintomas de doença grave devem imediatamente buscar ajuda de um profissional de saúde. |
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Tratamento |
Tratar os sintomas
Não há vacina ou medicamento específico para o WNV |
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Transfusão (transplante) |
Evidências recentes sugerem que possa ocorrer a transmissão por meio de transfusão ou transplante de órgãos. |
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Prevenção e Controle |
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O modo mais eficaz de prevenir a transmissão do WNV é reduzir o contato com o vetor. |
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Um elemento fundamental de qualquer programa de controle do WNV é a educação do público a respeito da doença, seu modo de transmissão e como prevenir ou reduzir o risco de contato. Deve-se fazer uso de métodos de marketing social e ciência do comportamento na educação do público para melhor informar as populações-alvo. |
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Certas precauções podem ser tomadas para reduzir o contato com o vírus em casa, como descrito a seguir: |
- Coloque telas nas janelas e vede quaisquer aberturas na casa por onde os mosquitos possam entrar.
- Vista calças compridas e camisas de mangas compridas, especialmente quando permanecer ao ar livre por longos períodos, nos horários de atividade dos mosquitos.
- Reduza, ao mínimo, as atividades ao ar livre durante o amanhecer e o entardecer, quando as picadas de mosquito são mais comuns.
- Use repelentes de insetos com até 35% do composto ativo DEET em adultos e até 20% em crianças.
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O modo mais eficaz de controlar os mosquitos é reduzir a origem das larvas. A melhor maneira é por meio de programas para reduzir os locais de proliferação, monitorar as populações de mosquitos e iniciar medidas de controle antes que a doença passe a ser transmitida. Tais programas podem também ser usados como resposta de emergência de primeira linha quando se detecta a atividade do vírus ou se notifica a doença no homem. Larvicidas são úteis nos locais de proliferação que não se consegue destruir, mas o controle das populações adultas de mosquitos por meio do borrifo aéreo de inseticidas é, em geral, um último recurso. |