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Propostas de projetos prioritários para a hanseníase no PET Saúde/VS

nullA Coordenação Geral do Programa Nacional de Controle da Hanseníase e a OPAS/OMS no Brasil buscam incentivar a apresentação de propostas de projeto prioritárias para hanseníase no Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde - PET Saúde/Vigilância em Saúde (PET Saúde/VS), que tem como pressuposto a educação pelo trabalho e é destinado a fomentar grupos de aprendizagem tutorial no âmbito da Vigilância em Saúde caracterizando-se como instrumento para qualificação em serviço dos profissionais da saúde.

O PET Saúde/VS, também promove a iniciação ao trabalho e vivências direcionadas aos estudantes dos cursos de graduação na área da saúde e outras áreas, de acordo com as necessidades do SUS, tendo em perspectiva a inserção das necessidades dos serviços como fonte de produção de conhecimento e pesquisa nas instituições de ensino.
Veja aqui a portaria conjunta nº 3 (Parte 1) e (Parte 2) 

Foi lançado o edital de convite à apresentação de propostas de projetos de Instituições de Educação Superior - IES - Públicas ou Privadas sem fins lucrativos em conjunto com Secretarias Estaduais de Saúde e/ou Secretarias Municipais de Saúde para participação no Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde - PET Saúde/Vigilância em Saúde (PET Saúde/VS), a serem executados durante os anos letivos de 2010 e 2011. O prazo para apresentação das propostas, assinadas pelos respectivos dirigentes das instituições participantes, vai até 30/04/2010 e deverão ser enviados pelo correio, via SEDEX.

Cada projeto deverá conter Plano (s) de Pesquisa (s) para estudantes de graduação, candidatos à bolsa de iniciação ao trabalho, especificando seu (s) objetivo (s) e sua relação com a vigilância em saúde. Na elaboração dos projetos os candidatos deverão estar atentos aos marcos legais e diretrizes da vigilância em saúde listados no edital.

Estão disponíveis recursos para bolsas de iniciação ao trabalho aos estudantes de graduação, bolsas aos profissionais que exercem funções de tutor e coordenador.
Veja aqui o Edital nº 7 (Parte 1) e (Parte 2)

SUGESTÕES DE POSSÍVEIS TEMAS NA VIGILÂNCIA
Diagnóstico Precoce, Vigilância de Contatos, Prevenção de Incapacidades, Formação de Grupos de Auto Cuidado e Estudo da distribuição e gerenciamento dos medicamentos para hanseníase

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Para uma destas prioridades da CGPNCH, o monitoramento da distribuição e gerenciamento dos medicamentos para hanseníase, adicionamos a seguinte justificativa:

A Hanseníase, apesar de seu caráter infecto-contagioso, é curável desde que o tratamento seja realizado conforme o consenso terapêutico já estabelecido e com acompanhamento constante para evitar o abandono. A cura e, conseqüente, eliminação da fonte de infecção irá interromper a cadeia de transmissão da doença. Portanto, o tratamento é estratégico no controle da endemia. Deste modo é necessária uma programação de medicamentos efetuada de forma racional que garanta o abastecimento contínuo.

Garantir a regularidade do tratamento é fundamental e é uma tarefa difícil para os profissionais de saúde, pois os efeitos adversos e também as reações imunológicas apresentadas pelos pacientes levam ao abandono. O tratamento distribuído em blisters mensais consiste em uma associação de medicamentos, a poliquimioterapia (PQT/OMS ou MDT/WHO).

A medicação é administrada através de esquema-padrão de acordo com a classificação operacional baseada no número de lesões do doente. Pacientes com até cinco lesões são tratados com o esquema paucibacilar e pacientes com seis ou mais lesões com esquema multibacilar. O esquema paucibacilar consiste de seis blisters contendo duas drogas, rifampicina e dapsona, administrados em até nove meses. O esquema multibacilar consiste de 12 blisters de três drogas, rifampicina, clofazimina e dapsona, administrados em até 18 meses. A rifampicina é administrada apenas na dose mensal supervisionada e a entrega dos blisters é realizada nos serviços básicos de saúde. 

Os profissionais que trabalham nos serviços de saúde são capacitados em conscientizar os pacientes sobre a importância da continuidade do tratamento. A estratégia é convencer os pacientes sobre a importância de não interromper o tratamento e sempre retornar ao centro de saúde na data marcada. Portanto, fica impossível justificar faltas esporádicas de medicamentos e inaceitável a ocorrência consecutiva destas faltas. 

Devemos previnir a falta de medicamento,  evitando o retorno de pacientes aos serviços de saúde. (A partir daqui o proponente adiciona a situação local.)

 

 

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