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Programa de Cooperação Internacional em Saúde

Paulo Buss é eleito vice-presidente do Conselho Executivo da OMS

O ex-presidente da Fiocruz, Paulo Buss, e representante do Brasil no Conselho Executivo da Organização Mundial da Saúde (OMS), foi eleito dia 23 de maio de 2010, em Genebra, vice-presidente do órgão pelo período de um ano. O Conselho Executivo da OMS é composto por 34 países de todas as regiões do mundo e que representam os 193 Estados-membros.

O Conselho Executivo efetivamente dirige a OMS. “Esta designação confirma a forte presença e legitimidade do Brasil no cenário mundial da saúde", disse Buss após a proclamação de seu nome.

O novo vice-presidente  disse também que com a eleição do Equador, Moçambique e Timor Leste, que se somam a Brasil e Chile como membros do Comitê, a UNASUL Saúde e a CPLP Saúde, estruturas regionais nas quais o Brasil tem ativa participação, contam agora com cinco membros no Conselho Executivo, além da vice-presidência, o que permitirá uma ação efetiva entre os mesmos na defesa do interesse das regiões sul-americana e africana.

O Programa de Cooperação Internacional em Saúde da OPAS/OMS (TC 41) apóia as estratégias para fortalecimento da cooperação internacional em saúde do Brasil com os países membros da OPAS/OMS, programa a cargo da PWR/Brasil. Nesse contexto, o TC 41 oferece suporte às ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde/Fiocruz no âmbito da cooperação Sul-Sul, principalmente aquelas voltadas para os países da UNASUL e nações dos PALOPs. Paulo Buss também é o coordenador do Conselho de Saúde Sul-Americano (Unasul Saúde).

Como funciona

O Conselho Executivo da OMS é composto de membros eleitos entre aqueles que formam a Assembléia da ONU, para mandatos de três anos. Eles possuem qualificações técnicas no campo da saúde e geralmente são médicos. Sua reunião principal acontece em janeiro, quando decidem o programa e os assuntos a serem discutidos na reunião da Assembléia, em maio.

É função do Conselho Executivo orientar a Assembléia e facilitar seu trabalho, nomeando o diretor-geral e recomendando áreas de foco. O trabalho do Conselho e da Assembléia, por sua vez, são facilitados pelo Secretariado, que cuida de tarefas diárias cuja função é garantir que haja continuidade nas decisões da Assembléia.

O financiamento para a OMS vem de duas fontes: contribuições avaliadas dos países-membros e contribuições voluntárias de membros e de outros. A OMS divulga seu orçamento proposto todos os anos, descrevendo em detalhes como os fundos serão gastos.

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