Organização Pan-americana da Saúde. Brasil

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Anel de Rede (Web Ring) dos Observatórios de RH em Saúde

Projeto de Implantação


1. Apresentação

A  iniciativa  da  Rede  Observatório  de  Recursos  Humanos  em  Saúde  foi  desencadeada oficialmente em reunião realizada em Santiago do Chile em 1999, sob patrocínio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), com a constituição de observatórios de recursos humanos em saúde  nos  processos  de  reforma  setorial  e  do  Estado  na  Região  das Américas. Atualmente  a maioria dos países da Região está engajada no projeto, mediante parcerias entre os respectivos ministérios da saúde e instituições de pesquisa e ensino, com apoio dos escritórios nacionais da OPAS. 

O  objetivo  geral  dessa  rede  é  propiciar  o mais  amplo  acesso  a  informações  e  análises  sobre recursos  humanos  na  área  de  saúde  nos  países  e  na  região,  facilitando  a melhor  formulação, acompanhamento  e  avaliação  de  políticas  e  programas  setoriais.  O  desejável  é  que  o funcionamento  da  rede  se  estabeleça  com  base  na  colaboração  entre  centros  de  estudo  e instituições públicas ou privadas, e que sua missão  leve em conta as expectativas de diferentes grupos  de  interesse  da  sociedade,  não  se  atrelando  unicamente  às  orientações  dos patrocinadores ou financiadores de projetos.

Um aspecto significativo desse processo é a flexibilidade da organização e operação em rede. De um  lado, constituem um conjunto de  instituições que estabelecem e desenvolvem processos de cooperação,  cujos  resultados  materializam-se  em  produtos  previamente  estabelecidos  em projetos  financiados. De  outro,  situam-se  inumeráveis  possibilidades  de  relacionamento  entre atores  que  podem  interagir  por  meio  da  rede  mundial  de   computadores,  permutando  e produzindo conhecimento.

A proposta de organização em rede, na lógica da Internet, vislumbra a possibilidade de que esse conjunto venha a constituir-se em instância de articulação com outros atores sociais interessados na construção de novas modelagens do saber nesse campo de conhecimento, conformando um  espaço ou locus de construção de políticas públicas.

A Rede ObservaRH do Brasil  teve um desenvolvimento expressivo desde sua  implantação em 1999.  Hoje  são  ao  todo  20  estações  de  trabalho,  a  maioria  delas  com  sítio  Web  em funcionamento, adotando arquitetura básica comum e logo próprio utilizado de modo adaptado à identidade visual original da instituição que alberga a estação de trabalho da Rede (na Figura 1 constam algumas dessas páginas virtuais).

Com a proposta de expandir a  iniciativa dos observatórios de RH para  todo o globo,  torna‐se  ainda mais atrativa e necessária a utilização da  Internet para ampliar a apropriação e uso dos  produtos elaborados no âmbito da Rede e potencializar os seus objetivos.  Este projeto apresenta um conjunto mínimo parâmetros a serem adotados voluntariamente por  instituições  participantes  de  observatórios  de  recursos  humanos  em  todo  o  mundo  para  o  desenvolvimento do uso de  ferramentas Web e a construção de um Anel de Rede  (Web Ring)  composto  pelos  seus  sítios  Web.  Em  outras  palavras,  desenvolver  e  fortalecer  a  dimensão  comunicacional dos observatórios de RH e suas relações no plano virtual.  
 
2. Parâmetros mínimos para o anel de rede

a) Adoção de denominação comum para os observatórios ou redes de observatórios, a exemplo  da denominação ObservaRH utilizada no Brasil. A denominação deve utilizar um  idioma mais  universal, não se descartando o uso de umas poucas variações  inevitáveis  (ex. ObserveHR em  inglês).

b)  Adoção  identidade  visual  comum,  a  partir  do  uso  de  logos  e/ou  de  cores  próprias.  Tal  identidade visual não suplanta a  identidade própria de cada  instituição ou país. O exemplo da identidade  visual  comum  utilizada  pela  Rede Observarh  no  Brasil  é  ilustrativo  da  proposta.   Uma  idéia  a  ser  explorada  e  associar  a  identidade  visual  do  projeto  Década  de  Recursos  Humanos a todos os sites da rede. 

c) O Anel de Redes será integrado por três tipos de sítios Web (ver ilustração na Figura 2):

i.  Sítios Web  de  “Enlace”,  destinados  a  estimular  a  interação  entre  os  participantes  e  difundir/promover o uso de  ferramentas de comunicação mediadas por computadores.  Atualmente o desenvolvimento desses sítios está a cargo do escritório central da OPAS  (PAHO/WDC) para toda a Região e de Brasília (Projeto Arco/ObservaRH) para o Brasil.  Progressivamente,  as  funções  de  enlace  também  passariam  a  ser  desempenhadas  por  meio  de  sítios  publicados  em Genebra  (WHO HQ), AFRO,  Região Andina, Cone  Sul,  Centro América, Caribe etc. Esses sítios serão publicados necessariamente em português,  espanhol, inglês e outras línguas oficiais da OMS.

ii. Sítios Web nos Ministérios da Saúde dos países, representando a coordenação de uma  rede nacional, a exemplo do Ministério da Saúde do Brasil, ou representando o próprio  país nos casos em que só haverá um único observatório.
 
iii. Sítios Web das Estações de Trabalho,  incluindo  tanto as sediadas em  instituições de  ensino  e  pesquisa,  como  em  autoridades  sub-nacionais  de  saúde  ou  entidades  profissionais – conselhos, associações ou sindicatos.

d) Adoção de uma arquitetura básica comum a  todos os  sítios,  sem prejuízo da autonomia de  cada  instituição  ou  país  de  agregar  outros  elementos  a  seus  respectivos  sítios  Web.   Essa  arquitetura seria composta por segmentos (i) de oferta de notícias de interesse, (ii) de publicação  dos  resultados  de  estudos  e  pesquisas  como  “bem  público”,  construindo  as  bases  para  o  desenvolvimento futuro de uma biblioteca virtual para a área e (iii) repertório de conexões para  outros  sítios  selecionados  por  cada  estação  da  Rede.  Também  será  estimulado  o  uso  de  ferramentas que permitam uma maior interação dos usuários com os diversos sítios Web.

e) Adoção de um “drive de  interconexões” que  facilite ou estimule a consulta dos usuários ou  interessados  a  outros  sítios  integrantes  do  anel.  Essa  medida  pode  evoluir  para  uma  base  comum de dados, que permita ao usuário uma busca de conteúdos no maior numero de sítios   ao mesmo tempo.    

3. Suporte operacional para o anel de rede

Havendo  consenso  pela  adoção  dos  parâmetros mínimos  aqui  apresentados,  o  Projeto  Arco  (ObservaRH do Brasil assume o compromisso de oferecer recursos de: 

- Hospedagem de sítios às instituições que encontrarem dificuldade nessa área;
- Registro de domínios de nomes padronizados;
- Desenvolvimento de proposta de identidade visual comum;
- Desenvolvimento de proposta de arquitetura mínima para os três tipos de sítios e do “drive de  interconexões” entre os mesmos.  

 

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