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OPAS/OMS Brasil, esteve presente na 10a Conferencia Mundial de Promoção de Segurança e Prevenção de Lesões

 No período de 22 a 24 de setembro, foi realizado em Londres – Inglaterra- a 10a Conferencia Mundial de Promoção de Segurança e Prevenção de Lesões e atividades paralelas referente ao Projeto Mundial da Segurança No Transito em 10 países – GRS 10 Countries.  

 

Neste evento estiveram presente Eugenia Rodrigues - Consultora Regional para segurança no trânsito OPS/OMS de Washington DC, e Mercedes Maldonado de Gonzalez Cabello – Consultora Internacional de segurança no trânsito da OPAS/OMS Brasil. As mesmas participaram das

Todos os países participantes - Brasil, China, Índia, Camboya, Russia, Mexico, Egipto, Viet Nam, Kenya, Turquia- tiveram a oportunidade de trocar experiencias e conhecer como os parceiros internacionais estão planejando e encaminhando as suas atividades.                                  

A Dra. Margie Peden da OMS, deu uma visão geral da segurança rodoviária em dez países, referindo-se aos parceiros do consórcio, boas práticas e fatores de risco, cuidado do trauma, sistema de coleta de dados, melhoria da infra-estrutura, organização de mais ONGs para estender a mais países, abordagens para a segurança rodoviária com campanhas de marketing e revisão da legislação.

Também sugeriu recomendações para que o pessoal da saúde e outras instituições relacionadas com a segurança no transito, trabalhem em conjunto; fornecimento de equipamentos e intervenções como radar, alcolimetro, alcoteste, controle de velocidade, segurança nas imediações de escolas, uso de capacetes, cadeirinhas para crianças, etc. Insistiu com melhorar os dados do sistema de saúde, polícia rodoviária, medicina legal, etc. Assim também nos cuidados pré-hospitalares e a atenção primaria ao traumatizado, com formação adequada do pessoal de trauma, e equipamento. Tudo isto deve ter seguimento e avaliação correspondente.

A Dra. Puvanachandra, da John Hopkins - JH-, fez um relato das atividades do JH, falando que e uma unidade de investigação de lesões, baseado na intervenção de ensaios, análise econômica e monitoramento, em colaboração com ONGs, organizações internacionais e do Governo. Também formação com programas on-line com fornecimento de certificados, e oferta de cursos e investigação.
Esforça-se para identificar soluções para o aumento crescente das lesões em países de baixa e média renda, promovendo as políticas públicas e boas práticas, e avançar para a prevenção de lesões no mundo.


Dr. Adnan Hyder, também da John Hopkins, falou sobre a metodologia de avaliação do projeto, definindo a linha de base nos países selecionados, em base a dados primários e secundários, e ao monitoramento das tendências sobre indicadores selecionados, durante os cinco anos do projeto. Além do avaliar o impacto das intervenções em saúde - feridos, mortos-, ter tendências e análise desagregadas dos sítios de intervenção, configurações de tempo, e do crescimento econômico.

Referiu-se que o nível de análise e a coleta de dados e fontes dependem das comunidades ou do Estado.  Devendo ser avaliada a fonte de informação de colisões, lesões e mortes e achar informações relevantes de outros setores que não sejam a de saúde; sugeriu identificar as melhores fontes para indicadores específicos; a capacidade atual e recursos disponíveis para coleta de dados primários; o monitoramento de conformidade e levantamento de atividades

A Coleta de dados pode ser obtida: dos dados secundários (opcionalmente primário), estudos observacionais, intervenções nas estradas, discussão de grupos focais, entrevistas em profundidade, banco de dados de monitoramento de hospitais e inquérito à população doméstica
   
A presidenta da Global Road Safety Panership –GRSP-, Gayle Di Pietro, fez referência à missão da mesma, que é a redução sustentável dos ferimentos e mortes em países de baixa e média renda

Também foi realizada a reunião de avaliação das atividades desenvolvidas pelos países que compõem o grupo de RS10, até agora. A mesma consistiu em atividades relacionadas a responsabilidade social, a revisão da legislação, aquisição de equipamento, promoção e apoio do John Hopkins e parceiros locais, e recolha de dados.  Assim como manter uma comunicação regular, mensalmente por meio de teleconferência, cumprimento da agenda projetada, contar com RRHH completo ate o final do ano e  executar 75% do orçamento para o  final do ano.

 

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