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TCC de Belo Horizonte, Buenos Aires e Montevidéu, fizeram a sua segunda reunião, em Buenos Aires.

Realizou-se, entre 29 de novembro e 1º de dezembro de 2010, em Buenos Aires, Argentina, mais uma oficina do TCC “A caminho de um trânsito seguro: boas práticas em segurança viária para a gestão dos fatores de risco”, com participação da OPAS/OMS no Brasil.


O tema programado para a ocasião foi o "intercâmbio de boas práticas dirigidas à gestão dos fatores de risco que afetam a segurança no trânsito em cada uma das cidades". A dinâmica do encontro incluiu visitas de campo, a pistas desenvolvidas para a Educação para o trânsito, fiscalização, apresentações e intercâmbios entre grupos. Cada uma das cidades componentes do TCC selecionou experiências consideradas bem sucedidas, replicáveis e interessantes para serem compartilhadas. 
 
A reunião começou com a apresentação de Buenos Aires – a cidade anfitriã – que expôs a situação geral em relação a acidentes de trânsito e apresentou cinco experiências exitosas e sustentáveis. Belo Horizonte, em seguida, também apresentou uma panorâmica da situação atual, trazendo estatísticas e sete experiências exitosas baseadas em evidências: 1) parceria com a Liga Acadêmica do Trauma – TraumatizAÇÃO; 2) Treinamento das Equipes do SAMU: Curso das Regulação Médica de Emergências; 3) Investimentos contínuos em sinalização; 4) Estruturação do Banco de Dados de Acidentes e do sistema informatizado de Acidentes (75% georreferenciados); 5) Criação da Gerência de Educação- GEDUC, com implementação de Ações permanentes de educação e campanhas educativas; 6) Criação das gerências de Operação e Fiscalização de Trânsito; 7) Implantação de Projetos específicos para tratamento de pontos críticos de acidentes em regiões e vias.

O UNASEV de Montevidéu se referiu à segurança no trânsito através dos NTIC’s e alianças estratégicas do Estado como boas práticas para alcançar o empoderamento social e apresentou um curso de Tele-educação para a segurança viária. A Divisão de Trânsito e Transporte informou que vem atuando nas áreas de prevenção (com a Educação, Formação e Difusão); Controle (velocidade, consumo de álcool, “rachas” e do uso de capacetes e cadeirinhas); legislação (regulamentação e atualização leis que regulamentam) e de Engenharia de Tráfego (obras de infraestrutura, apresentando sinais de trânsito, manutenção de sinais.)

Destaca-se que a cobertura da imprensa local, cm a participação do ministro da Justiça e da Segurança da Cidade, Dr. Guillermo Montenegro. Várias emissoras de televisão realizaram entrevistas junto aos representantes das três cidades.

Ao final do evento acordou-se uma série de recomendações que os representantes de cada cidade se comprometeram gerir ir, embora tenha sido acordado que nem todas as experiências são replicáveis, dada a particularidade de cada uma das cidades, e enfatizou a necessidade do uso de metodologias e indicadores mensuráveis de desempenho comparáveis que permitam a troca de experiências.
Realizou-se, também, um seguimento dos acordos definidos em Belo Horizonte. A este respeito, tanto Montevidéu como Buenos Aires estão seguindo o processo que lhes permita cumprir o acordo.

A reunião foi concluída com recomendações para a integração das políticas e ações nos setores de Saúde, Educação e Segurança Rodoviária; para a promoção do debate que tenda a incorporar a segurança no trânsito ao conceito de segurança cidadã. Estabeleceu-se o compromisso de se ar seguimento ao desenvolvimento de indicadores de base, monitoramento e avaliação da situação e intervenções para a segurança viária nas três cidades e documentar as boas práticas nas três cidades, de acordo com a metodologia definida.

Foi estabelecido que as atividades do TCC se mirassem nas recomendações dos 5 pilares do Plano de Ação da Década 2011/2020, e que as cidades se comprometam em reduzir os acidentes através da promoção, prevenção, educação, comunicação, controle e fiscalização, priorizando um plano que inclua ações relativas à gestão dos fatores de risco: álcool, drogas, velocidade, cinto de segurança, dispositivos retenção, capacetes e outros; promover boas práticas dirigidas à redução de acidentes com pedestres e outros grupos vulneráveis (mobilidade e sustentabilidade) e na implementação ou melhoria dos sistemas de mobilidade (transporte público, ciclovias, etc.) que contribuem para a diminuição da acidentalidade nas vias.

Por fim, se advogou pela tolerância zero para o consumo de álcool antes de dirigir qualquer tipo de veículo.


 

 

 

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