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Curitiba, Belo Horizonte e Campo Grande avançam no Projeto “Vida no Trânsito” em oficinas com a participação da OPAS/OMS no Brasil

nullDando continuidade às ações previstas para fevereiro, a OPAS/OMS no Brasil participou de mais três oficinas de trabalho, desta vez junto às comissões locais do projeto na capital paranaense (dias 7-8), na de Minas Gerais (dias 9-10) e na de Mato Grosso do Sul (14-15). O foco, nos três encontros, foi o desenho dos planos locais para a redução da morbimortalidade no trânsito.

Tendo adotado a Estratégia de Proatividade e Parceria (EPP), metodologia difundida pela Global Road Safety Partnereship – GRSP, parceira internacional do projeto, as comissões locais das três cidades deram início ao estágio de desenho dos programas voltados ao enfrentamento dos fatores de risco definidos nas etapas de trabalho anteriores.  null 

Após os primeiros encontros nas cinco cidades que integram o projeto, ainda em 2010, deu-se início a um trabalho de organização, avaliação e filtragem de dados provenientes de diversas fontes (organismos policiais, do setor de saúde, entre outros), no sentido de se prover informação qualificada para orientar decisões focadas. Este processo de qualificação de dados (com linkages/matching) tem envolvido entidades responsáveis por dados nas cidades integrantes projeto, setores do Ministério da Saúde, os profissionais da OPAS/OMS no Brasil para o projeto e os parceiros da GRSP.  

Refinadas as informações obtidas, passou-se a um estágio de identificação dos principais fatores de risco em cada um dos cinco municípios. Uma vez definidos estes fatores, passou-se ao início do desenho dos programas específicos – estágio atual do projeto nas cidades que participam do “Vida no Trânsito”.

A definição dos fatores de risco pode variar nas cidades. A comissão de Curitiba, por exemplo, decidiu trabalhar com jovens condutores, enquanto Campo Grande empresta ênfase a aspectos como a infraestrutura. O fator de risco “velocidade” e “direção sob efeito de bebida alcoólica”, contudo, figura como fator a ser trabalhado obrigatoriamente e todas a cinco cidades. Uma oficina de trabalho em Teresina, PI em 23 e 24 completará o ciclo de visitas da OPAS/OMS no Brasil e a Comissão Nacional do Projeto às cidades no mês de fevereiro.    

 

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