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A OPAS/OMS no Brasil em conjunto com a Secretaria de Vigilância em Saúde e as Secretarias de Estado e Municipal de Saúde do Rio de Janeiro avaliam a situação da dengue

A OPAS/OMS no Brasil, participou no Centro Estadual de Gestão de Desastres do Rio de Janeiro/CESTAD, no dia 31 de março de 2011, de reunião conjunta da Secretaria de Vigilância em Saúde –SVS/MS, Secretaria de Estado da Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro/SESDEC e Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio/SMSDC-Rio para discutir a situação da dengue nesse estado e município.

Participaram da reunião a Dra. Hellen Miyamoto, Subsecretária de Vigilância em Saúde/SESDEC; Dr. Daniel Soranz, Subsecretário de Atenção Primária, Vigilância e Promoção da Saúde/SMSDC-Rio; Dr. Giovanini Coelho, Coordenador-Geral do Programa Nacional de Controle da Dengue/SVS/MS; Dr. Haroldo Bezerra, Consultor OPAS/OMS; Dr. Alexandre Chieppe, Superintendente de Vigilância em Saúde/SESDEC e Dr. João Bosco, UFGO e SVS/MS.

Durante a reunião foi discutida a situação epidemiológica do estado e do município do Rio, onde se observou que até a semana epidemiológica 12 foram notificados 31.412 casos no estado, destes 1.220 graves e 23 óbitos. Quanto à incidência há 23 municípios (Bom Jesus de Itabapoana, Santo Antônio de Pádua, Cantagalo, Mangaratiba, Cordeiro, Guapamirim, Seropédica, Magé, Silva Jardim, Cabo Frio, Itaboraí, Cambuci, São José do Vale do Rio, Mesquita, Nilópolis, Itaocara, Angra dos Reis, Vassouras Italva, Araruama, Iguaba Grande, Rio das Ostras e Maricá) com alta incidência, mais 300 casos/100.000 habitantes. Há uma tendência de queda em 16 deles (Bom Jesus de Itabapoana, Santo Antônio de Pádua, Cantagalo, Mangaratiba, Seropédica,Magé, Itaboraí, Cambuci, Mesquita, Nilópolis, Itaocara, Angra dos Reis, Italva, Araruama, Iguaba Grande e Maricá). O Estado do Rio de Janeiro também apresentou essa tendência de queda dos casos nas últimas quatro semana. Entretanto, deve ser mantida a situação de alerta, monitoramento e intensificação das ações de prevenção e controle, pois esta redução ainda é sutil e não uniforme.

Quanto às ações de prevenção e controle, tanto o estado como os municípios vem realizando uma série de intervenções, buscando a contenção dos casos e óbitos. Destaca-se o fortalecimento das ações de controle no Rio, com a mobilização comunitária nos bairros com transmissão, visando à eliminação dos focos de mosquitos em articulação com a companhia de limpeza urbana - COMLURB, e a contratação de novos agentes. A SESDEC está promovendo capacitações no manejo clínico de pacientes para os profissionais de saúde da rede pública e privada. Quanto à mobilização da sociedade, a SESDEC está instituindo a campanha 10 minutos contra à dengue, na qual o cidadão dedica 10 minutos/semana para realizar ações de prevenção contra a dengue, por meio da vistoria e eliminação dos possíveis criadouros de mosquitos, no seu ambiente domiciliar.

 

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