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Seminário Nacional discute fixação de profissionais de saúde em áreas remotas

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nullO Seminário Nacional sobre Escassez, Provimento e Fixação de Profissionais da Saúde em Áreas Remotas e de Maior Vulnerabilidade ocorreu em Brasília, nos dias 13 e 14 de abril de 2011. O evento foi realizado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde, o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (CONASS) e Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS). Contou também com o apoio dos Ministérios da Educação e Defesa.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha ressaltou que a fixação de profissionais em áreas remotas é uma condição indispensável para que o acesso de todos os cidadãos aos serviços de saúde seja alcançado. O ministro lembrou da necessidade de um enfoque integral de planejamento da formnullação e da gestão do trabalho em saúde, orientado pelas metas e prioridades do governo.

Durante o evento, o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Milton Arruda Martins, apresentou um modelo de planejamento de vagas que demonstra que o pais necessita formar mais profissionais, especialmente médicos, pois atualmente existem déficits globais e disparidades regionais muito marcantes. Milton Arruda Martins anunciou uma plataforma de ação que compreende reorientação da formação e novos sistemas de contratação e serviço as comunidades afastadas.

O chefe da Unidade de Recursos Humanos OPAS-OMS em Washington (EUA), Charles Godue, o Gerente de Sistemas de Saúde da OPAS/OMS, Félix Rígoli  e o consultor da Organização Mundial de Saúde em Genebra, Hugo Mercer, revisaram o processo internacional em matéria denull fixação de profissionais, através dos resultados da reunião realizada em Recife em 2009 e de um grupo-tarefa da OMS durante 2009 e 2010. Esses grupos concluíram que há necessidade de se utilizar múltiplos sistemas de incentivos financeiros, tecnológicos e ambientais, visto que não existe uma única receita que consiga resultados.

A secretária-executiva da Comissão Nacional de Residência Médica do Ministério da Educação, Maria do Patrocínio, salientou o fato de que as residências em saúde familiar contribuem fortemente para a fixação mas que as residências em cirurgia são "expulsoras"de profissionais. Desta forma ressaltou ser necessário maior protagonismo do Estado na definição do quantitativo e qualitativo no programa de residências.

O secretário de Atenção à Saúde, Helvecio Magalhaes, e o diretor do Departamento de Atenção Básica do MS, Heider Pinto, falaram sobre como fixar profissionais na Saúde da Família, utilizando sistemas de gestão do trabalho que promovam uma experiência organizada de trabalho profissional que seja vista pelo individuo como uma carreira com futuro.

Para outras informações sobre o seminário, clique aqui.

Última atualização em Seg, 25 de Abril de 2011 14:29

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