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Implementação e progresso

Lançamento do Projeto Vida no Trânsito  em 18 de junho de  de 2010.O Projeto Vida no Trânsitofoi lançado oficialmente no Brasil em junho de 2010, pelo Ministro da Saúde, José Gomes Temporão (leia aqui sobre o evento). Nos meses seguintes iniciaram-se os processos de arquitetura intersetorial junto a secretarias de saúde, transportes e segurança pública das cidades selecionadas, congregando órgãos de trânsito, urbanismo, educação, unidades policiais, SAMU, bombeiros entre outros segmentos, em oficinas de planejamento e capacitação para o desenho do projeto nos âmbitos locais.
 

Desta primeira fase resultaram a constituição de comissões intersetoriais executivas e consultivas locais, planos de ação visando intervenções mais imediatas e horizontes mais amplos, visando a Década de Ação pela a Segurança no Trânsito. Os profissionais locais foram ainda introduzidos aos fundamentos da Estratégia de Proatividade e Parceria com os parceiros da GRSP, dando já início a um processo de qualificação e da informação relativa aos acidentes de trânsito nas cidades – dados relativos às características dos eventos (tipo de acidente, hora, local, veículo etc.) e das vítimas envolvidas (idade, sexo, lesões, entre outros).

 

 

Reuniões de 2010.
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Este processo envolveu a interação de técnicos locais (particularmente setores ligados a in-formação na saúde, segurança pública e trânsito), com setor de vigilância epidemiológica do Ministério da Saúde e parceiros da GRSP em procedimentos de linkagese pareamentos, visando a complementação de informações e eliminação de redundâncias em dados advindos de diferentes fontes que alimentam os sistemas existentes.

A filtragem dos dados e o enriquecimento da informação – processo em contínuo aperfeiçoa-mento – proporcionou o traçado de um quadro mais fiel da acidentalidade local, e uma per-cepção fundamentada do problema em cada cidade. Tal quadro, por sua vez, permitiu o de-senvolvimento da etapa seguinte iniciada em fins de 2010: a análise da informação, de modo a se identificarem os fatores de risco chave, a serem trabalhos de forma associada aos dois principais, anteriormente definidos (álcool e velocidade). A análise padronizada da situação nas cidades revelou quadros em que a incidência de ocorrências envolvendo motociclista, pedestres, jovens condutores ou deficiências na infraestrutura revelou-se mais ou menos aguda a depender do caso. E da análise de cada quadro iniciou-se o desenho de programas voltados aos enfrentamento efetivo das principais caudas das mortes e lesões no trânsito.

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O projeto vem tendo sua sequência desde então, seguindo as diretrizes gerais respeitando, contudo as particularidades e prioridades locais.  

Última atualização em Dom, 31 de Julho de 2011 09:53

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