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Capacidades Humanas para a Saúde



Opas Brasil no apoio ao planejamento estratégico de recursos humanos no Chile

A Organização Pan-Americana de Saúde no Brasil ofereceu a colaboração de especialistas para ajudar a identificar as políticas e estratégias para abordar o problema da má distribuição de profissionais de saúde no Chile. O gerente de Sistemas de Saúde, Félix Rígoli, o coordenador regional de RH, Charles Godue, e o consultor de RH para a Área Andina, Norbert Dreesch, vão ajudar a  delinear, com base na situação atual e visão de futuro, um plano de desenvolvimento de Recursos Humanos para o sistema público de saúde chileno.

A parceria se concretizou nos dias 13 e 14 de julho de 2011, quando foi realizado na capital Santiago, o Seminário ''Recursos Humanos de Salud: Factor Esencial de los Sistemas Integrados de Atención'', em que o ministro da Saúde do Chile, Jaime Mañalich, junto a subsecretérios de Redes Assistenciais, Luis Castillo e de Saúde Pública, Jorge Díaz, participaram de uma jornada de trabalho com representantes da OPS Chile e consultores externos.
 
O ministro destacou a importância desta atividade para poder determinar as reais necesidades de recursos humanos do país. ''Precisamos gerar os recursos humanos que integrem uma equipe de saúde primária do país de acordo com as enfermidadades que enfrenta atualmente a população chielena e cumprir deste modo com os objetivos sanitários traçados”, afirmou o ministro.
 
Após três días de discussões o subsecretário de Redes Assistenciais, Luis Castillo, agradeceu a contribuição dos especialistas internacionais da OPAS/OMS e fez um balanço das jornadas que incluíram o Seminário ‘’Recursos Humanos de Salud: Factor Esencial de los Sistemas Integrados de Atención’’.
 
Charles Godue destacou "Há uma série de elementos que são essenciais para alcançar os objetivos que se propoem. Baseado em expericencias internacionais, creio que deve haver uma aproximação entre o setor educativo e a saúde’’.
 
O consultor Norbert Dreesch citou que o informe 2006 da OMS indicou que há uma crise na formação de RH e que cada país deveria se esforçar para conquistar a autosuficiência. “O Chile está tomando sua responsabilidade e está  num bom caminho”.
 
Segundo dados informados durante o encontro, faltariam no setor público chileno, cerca de 1.400 médicos. O maior déficit está em medicina interna, anestesiologia, cirugia geral e pediatria.

Ao todo, trabalham no setor público de saúde do Chile, cerca de 123.000 profissionais, 32% deles na Atenção Primária e 68% por cento divididos entre a Atenção Secundária e Terciária.

 

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