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OPAS/OMS e Ministérios da Saúde participam de Oficina para Avaliar a Gestão de Antimaláricos nos países do Projeto AMI/RAVREDA

Durante os dias 9-11 de agosto, técnicos do Ministérios da Saúde e da OPAS/OMS de nove países avaliaram a Gestão no fornecimento de Antimaláricos, com apoio de especialistas em gestão de medicamentos e a Coordenação Regional do Fundo Estratégico da OPAS/OMS. Fazendo seguimento à Oficina de Avaliação realizada em 2010, foram avaliados e discutidos os avanços na implementação das intervenções acordadas para aprimorar a gestão do formencimento de antimaláricos e as intervenções para encaminhar problemas persistentes.

O Management Sciences for Health (MSH), por conta dos projetos Rational Pharmaceutical Management Plus (RPM Plus) e Strengthening Pharmeceutical Systems (SPS), desde o ano 2002, tem apoiado a gestão do formecimento de medicamentos no marco da iniciativa para o Controle da Malária na Bacia Amazônica (AMI pela sigla em inglês), com financiamento das Agências dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). Desta forma, MSH/SPS tem se desenvolvido como um dos parceiros de AMI, contribuindo com as atividades de AMI/RAVREDA.

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As atividades desenvolvidas incluem: capacitação para o estudo do fornecimento, a quantificação das necessidades, a aquisição de medicamentos, estudos de disponibilidades e adesão ao tratamento e intervenções, para melhorar os sistemas de informação e supervisão. Isto tem apoiado a iniciativa de introdução da terapia, combinada com derivados da artemisinina para o tratamento de casos por Plasmodium falciparum e o fortalecimento dos mecanismos, garantindo assim a qualidade dos antimaláricos em uso. Este conjunto de melhoras tem contribuído na diminuição do número de casos observados na região da Bacia Amazônica desde o ano 2000.

Os trabalhos para sistematizar os processos de fornecimento têm permitido a detecção de problemas na disponibilidade oportuna de medicamentos, em cenários onde os fornecedores mostram diminuição do interesse na comercialização de pequenas quantidades de medicamentos, associadas à diminuição da sua demanda, por causa da queda da incidência da doença. Outros problemas detectados se relacionam com a programação das necessidades e com os processos de compra, onde além da quantificação da necessidade, vários elementos e os tempos têm influenciado na duração do processo de sua gestão na totalidade. Com o propósito de analisar estes problemas, AMI/MSH realizaram uma Oficina para analisar os critérios de seleção, quantificação e aquisição ou compra dos antimaláricos, na cidade de Cartagena, em abril de 2010, onde os participantes acordaram fazer intervenções regionais e nacionais para melhorar a gestão de medicamentos antimaláricos. Atualmente, os maiores desafios para a região e os países de AMI/RAVREDA estão relacionados com as situações de baixa incidência, assim como com a institucionalização das melhores práticas. Este tem sido um processo longo e complexo que tem seu próprio nível de evolução para cada país.

Os Objetivos tratados na Reunião foram: 1) Analisar o estado atual do fornecimento de medicamentos antimaláricos em países da Bacia Amazônica e América Central, 2) Analisar os avanços na implementação e impacto das intervenções regionais propostas para melhorar o fornecimento de antimaláricos e 3) Analisar os avanços na implementação dos planos nacionais para melhorar a seleção, planejamento e compra dos antimaláricos, 4) Calcular a quantidade necessária de antimaláricos para o ano 2012, para planejar estratégias regionais de compra e 5) Acordar as intervenções para melhorar os problemas identificados no fornecimento de antimaláricos e identificar as fontes de cooperação técnica que serão necessárias.

A metodologia da Oficina consistiu em apresentações curtas de cada país, sobre os avanços e problemas nos processos de implementação das intervenções acordadas em Cartagena, comentários, perguntas, discussões sobre os enfoques empregados para encaminhar problemas comuns. Além deste, atividades de trabalhos em grupos para análise da situação e desenho de ações corretivas, assim como para elaborar os planos de gestão de insumos e equipamentos, ao curto e mediano prazo, para compartilhar a fatibilidade, viabilidade  e identificação das fontes de apoio técnico e financeiro.

 

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