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Brasil participa da cúpula da ONU sobre doenças não transmissíveis

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nullCom a destacada participação do Brasil, a Reunião de Alto Nível da Assembléia Geral sobre Doenças Não-Transmissíveis foi encerrada no dia 20 de setembro, com uma declaração política sobre a prevenção e controle de doenças não transmissíveis que envolveu os governos com o compromisso de definir metas globais para a vigilância dessas doenças e seus fatores de risco como tabagismo, dieta não saudável, inatividade física e uso nocivo do álcool.

nullNo marco desta Reunião de Alto Nível, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) apresentou o relatório “Doenças Não Transmissíveis: Construindo um futuro” com uma serie de experiências bem sucedidas sobre a luta contra a crescente epidemia das doenças não transmissíveis, as quais podem ser replicadas nos outros países do mundo.

Ao apresentar o relatório na sede das Nações Unidas em Nova York, a Diretora da OPAS/OMS, doutora Mirta Roses, anunciou que a organização convocará um fórum para reunir aos governos, setor privado e sociedade civil com o objetivo de trabalhar na prevenção destas doenças e aplicar políticas bem sucedidas na Região.

Nas Américas, estas doenças são as principais causas de óbito e discapacidade, o que representa mais de 3.9 milhões de óbitos anuais, ou 75% do total de óbitos na toda a região. Como no resto do mundo, a doença cardiovascular, as doenças respiratórias crônicas, o câncer e a diabetes são as mais freqüentes nas Américas.

Na abertura do evento, o Secretario Geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon, diz: “se este documento fica como letra morta, não haveremos conseguido nosso objetivo”. “Conto com sua liderança e compromisso”. 

A Diretora Geral da OMS, Margaret Chan, diz que os governos têm a capacidade de frear ou deter o desastre das Doenças Não Transmissíveis, e têm a capacidade de proteger a seus povos, e de garantir que o seu desenvolvimento avance na via adequada. “Devemos agir agora com no máximo sentido de urgência”, afirmou.

A presidente brasileira, Dilma Rousseff, afirmou que o Brasil defende o acesso aos medicamentos como parte do direito humano à saúde. “Sabemos que é elemento estratégico para a inclusão social, para a busca da equidade e para o fortalecimento dos sistemas públicos de saúde”. (acesse aqui o discurso na íntegra)

Última atualização em Seg, 26 de Setembro de 2011 10:10

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