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AMI RAVREDA apóia participação de expertos brasileiros na Oficina Regional de Controle de Qualidade de Antimaláricos desenvolvida em Bogotá

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O Brasil teve uma destacada participação na Oficina Regional de Controle de Qualidade de Antimaláricos desenvolvida em Bogotá os dias 8-10 de novembro e organizada pelos parceiros do Projeto AMI RAVREDA, a Farmacopéia dos Estados Unidos e a Organização Pan Americana da Saúde. 

Participaram representando ao Brasil: Lais Santana Dantas, Gerente Geral de laboratórios de Saúde Pública - GGLAS/DIMCB/ da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária, ANVISA, Eduardo Chaves Leal, Diretor do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ, Márcia Helena Maximiano de Almeida, Consultora da Área de Medicamentos do Programa Geral de Controle da Malaria do Ministério da Saúde e Gerson Antonio Pianetti, Professor da faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais, do Laboratório de Controle de Qualidade de Medicamentos e Presidente da Comissão da Farmacopéia Brasileira.

Estes quatro expertos fizeram importantes aportes as discussões desenvolvidas durante a Oficina, compartilhando os avanços do Brasil na matéria de controle de qualidade dos antimaláricos, informaram das importantes publicações derivadas destes trabalhos de importância operativa para o Programa Nacional de Controle da Malária, junto com a produção de monografias para o controle de medicamentos. Houve também oportunidade de valorar a possibilidade de fazer cooperação Sul-Sul neste sentido.

Os medicamentos de mala qualidade podem reduzir o efeito terapêutico ao tratamento e ameaçar a segurança do paciente, com riscos para eles e perda de recursos financeiros que poderiam ser utilizados em outras áreas prioritárias de atenção da saúde. Alem deste, medicamentos de mala qualidade contribuem ao desenvolvimento da resistência antimicrobiana e promovem a falta de confiança nos medicamentos que oferece o sistema nacional de saúde. Os medicamentos de mala qualidade têm um efeito prejudicial na saúde e na economia.

Para superar esta possibilidade, o Programa PQM desenvolveu o Enfoque dos Três Níveis para o Controle da Qualidade dos Medicamentos, para fazer monitoramento da qualidade destes. Para cada nível, complementários entre eles têm procedimentos de controle de qualidade diferentes, cuia complexidade se incrementa conforme se avança de nível. O Nível 1 de análise inclui a inspeção visual do embase e da etiqueta e a inspeção física do produto. Este nível pode realizar se sem nenhum tipo de equipamento, por pessoal com mínima capacitação. O Nível 2 de analise utiliza métodos  simples de química analítica, simples de usar, rápidos e econômicos para identificar medicamentos deficientes respeito a determinados requisitos mínimos críticos de qualidade. Este nível de analise pode ser feito por pessoal capacitado em uso de testes básicos e também pessoal do LOCM O Nível 3 de analise requer da avaliação de todos os atributos críticos de qualidade de um medicamento segundo testes validadas e compendiais. Este ultimo nível de analise somente pode ser feito no LOCM pelos analistas expertos e requer o uso de equipamento especifico.

Última atualização em Qua, 25 de Abril de 2012 11:41
 

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