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Ministro Padilha anuncia a redução em 44% dos casos e de 80% dos óbitos por dengue no país, 2012

No dia 17 de maio de 2012, em uma coletiva de imprensa, o Ministro Alexandre Padilha, anunciou os novos dados da dengue no Brasil, relativos ao primeiro quadrimestre de 2012, com uma redução de 44% nos casos notificados.

Participaram também desta coletiva o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa; o coordenador da unidade técnica de doenças transmissíveis e não transmissíveis da OPAS/OMS no Brasil, Alfonso Tenório; o secretário executivo do CONASEMS, José Ênio; e o coordenador nacional do PNCD, Giovanini Coelho.

Segundo os dados apresentados a redução no número de casos notificados foi da ordem de 44% (286.011 casos), quando comparado ao ano de 2011 (507.798 casos). Foi registrada uma redução de 87% nos casos graves da doença, que passaram de 8.530 em 2011, para 1.083 notificações em 2012. Em uma análise por unidade federada, 10 (dez) estados concentram 81,6% (233.488) dos casos notificados em 2012, são elas: Rio de Janeiro (80.160), Bahia (28.154), Pernambuco (27.393), São Paulo (19.670), Ceará (17.205), Minas Gerais (14.006), Mato Grosso (13.802), Tocantins (11.589), Pará (11.223) e Rio Grande do Norte (10.286). Quanto aos municípios, os maiores números casos foram registrados no:  Rio de Janeiro (64.675), Fortaleza (10.156), Recife (6.343), Palmas (4.706), Cuiabá (4.460), Goiânia (4.128), Natal (3.779), Itabuna (3.088), Aparecida de Goiânia (3.022) e Teresina (3.000). Três municípios destacam-se com as maiores taxas de incidência (por 100mil habitantes): Palmas (2.494,7), Itabuna (1.445,3) e Rio de Janeiro (1.045,4).

Atualmente, circulam no país os quatro sorotipos da dengue. Em uma analise de 2.098 amostras positivas, em 2012, os tipos DENV 1 e DENV 4 foram os mais encontrados, com 59,3% e 36,4%, respectivamente.  Porém, essa distribuição apresenta variações regionais. No Norte (85,5%) e no Nordeste (81,5%) de predomínio do DENV 4. Já nas regiões Centro-Oeste e Sul o DENV 1 circulou com maior predominância (53,3% e 83,8%). No Sudeste há equilíbrio entre os dois sorotipos - 46,8% de DEN 1 e 49,7% de DEN 4.

A Representação da OPAS/OMS no Brasil, em articulação com as instâncias de gestão do SUS, tem realizado ao longo desse período uma série de ações que visaram impactar na transmissão de dengue no país e evitar os óbitos por esta enfermidade, dentre as quais podemos destacar:

-Manutenção de um consultor nacional para dengue, por meio do 62º termo de cooperação OPAS/OMS e Ministério da Saúde – “Prevenção e controle da dengue no contexto da gestão integrada”;

- Apoio técnico a contenção da epidemia de dengue no estado e município do Rio de Janeiro, e ao surto em Fortaleza, Ceará;

- Mantido um acompanhamento dos eventos epidemiológicos de dengue no país, no marco do RSI 2005;

- Apoio à aquisição de insumos (inseticidas e kits diagnósticos), por meio do fundo rotatório da OPAS/OMS, para o Programa Nacional destinados as ações de prevenção e controle da dengue no biênio 2011/2012;

Acesse aqui a apresentação realizada pelo Ministério da Saúde




Fonte e fotos: Ministério da Saúde  
 

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