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OPAS/OMS apoia o processo de certificação da interrupção da transmissão da Doença de Chagas por vetores secundários no Brasil

Nos dias 5 e 6 de junho de 2012, aconteceu em Brasília-DF, a Oficina para avaliação da proposta de “Certificação da interrupção da transmissão da doença de Chagas por vetores secundários no Brasil’’. Esta oficina foi promovida pela OPAS/OMS no Brasil, Secretaria de Vigilância em Saúde/SVS do Ministério da Saúde/MS, e o Programa Regional de Doença de Chagas da OPAS/OMS.

Participaram da oficina o Gerente de Prevenção e Controle de Doença e Desenvolvimento Sustentável da OPAS/OMS no Brasil, Enrique Gil; o Diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis da SVS/MS, Claudio Maierovitch; Coordenador da Unidade Técnica de Doenças Transmissíveis e Não Transmissíveis da OPAS/OMS No Brasil, Alfonso Tenório; Coordenadora em exercício da Coordenação-Geral de Doenças Transmissíveis/CGDT da SVS/MS, Márcia Lopes; Assessor Regional de Doença de Chagas da OPAS/OMS Uruguai, Roberto Salvatella; Assessor Temporário da OPAS/OMS Uruguai, Roberto Chuit; Técnico Especializado da CGDT, Renato Vieira; Consultor da OPAS/OMS no Brasil, Haroldo Bezerra; pesquisadores da FIOCRUZ/MG e UnB, e técnicos da SVS/MS.

A metodologia utilizada na oficina foi a de exposições seguidas de debates, e o principal produto da oficina foi a elaboração de um documento, em conjunto entre a OPAS/OMS e SVS/MS, onde estão as conclusões da Oficina. Dentre as quais se destaca a constatação de que houve uma drástica redução da transmissão vetorial (vetores secundários nativos) da Doença de Chagas no país, sem que se registre uma transmissão domiciliar sustentada e continua, corroborada pelos dados do inquérito de soroprevalência (2001-2008) e dados da vigilância epidemiológica (2006-2011). Outra importante conclusão foi a necessidade de se fortalecer os Programas Nacional, Estaduais e Municipais de prevenção e controle dessa enfermidade, dado que o risco da transmissão vetorial do Trypanosoma cruzi por vetores nativos persiste, e é quase impossível de ser eliminado.

No ano de 2006, o Brasil recebeu da OPAS/OMS a Certificação Internacional pela Interrupção da Transmissão de Doença de Chagas pelo Triatoma infestans, espécie importada e responsável pela maior parte da transmissão vetorial no passado. Estima-se que existam aproximadamente 12 milhões de portadores da doença crônica nas Américas, cerca de dois a três milhões no Brasil. Tanto a certificação anteriormente obtida pelo país como mais esse objetivo alcançado, são importantes feitos obtidos pelo SUS na busca de livrar, definitivamente, o Brasil da Doença de Chagas.

 
 

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