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"Juntos Deteremos a Epidemia"

O UNAIDS lançou no dia 18 de julho de 2012, o novo relatório que divulga os últimos números relativos às novas infecções, pessoas em tratamento, óbitos e crianças e jovens portadores do HIV, investimentos e desafios globais. O relatório destaca novas evidências científicas e o progresso social que vem conduzindo o mundo cada vez mais próximo da visão do UNAIDS:  Zero novas infecções, Zero discriminação e Zero óbitos relacionados a AIDS.

O relatório também traz uma visão geral dos investimentos internacionais e domésticos, bem como a necessidade de sua melhor utilização com vistas a resultados mais eficientes e sustentáveis. O Brasil, ao lado de outros países que compõem os BRICs, é citado com destaque pelo volume de recursos aplicados.

O documento registra também manifestações de lideranças politicas e da sociedade civil que se destacaram nos últimos anos. O ex-ministro da Saúde Jose Gomes Temporão inscreve-se entre essas lideranças, pelo seu trabalho na ampliação do acesso aos antirretrovirais e na emissão da licença compulsória do Efavirenz. O relatório ainda chama atenção para os avanços científicos fundamentados na evidencia, como única referencia na implementação de ações. O documento faz um chamado à solidariedade global e às responsabilidades compartilhadas para continuar enfrentando dos desafios da epidemia. 

A epidemia mundial de AIDS – Dados chave

  • Em 2011, mais de 8 milhões de pessoas tiveram acesso à terapia anti-retroviral.

- Um aumento de 20% em apenas um ano de 2010-2011.

  • Em 2011, 2,5 milhões [2,2-2800000] de pessoas foram infectadas com o HIV.

- Uma redução de 20% desde 2001.

  • Aproximadamente  330 000 [280 000 - 380 000] crianças foram infectadas com o HIV em 2011.

- Uma redução de 24% em apenas dois anos, de 2009 a 2011.

  • Aproximadamente de 1,7 milhões de pessoas [1,6-1900000] morreram de causas relacionadas com a AIDS em 2011.

- Uma redução de 24% sobre a taxa máxima atingida em 2005.

  • Havia 34,2 milhões [31,8 a 35,9 milhões] de pessoas vivendo com HIV em 2011.

- O valor mais elevado registado até a data, devido ao prolongamento do aumento da média de vida por meio da terapia anti-retroviral.

  • A tuberculose continua sendo a principal causa de morte entre as pessoas que vivem com o HIV.
  • Os jovens entre 15 e 24 anos representam  40% das novas infecções HIV em adultos (15 +).
  • A nível mundial, o índice de casos de infecção em mulheres jovens com idade entre 15 a 24 anos é o dobro do registrado entre os homens da mesma idade.
  • Em 2011, os investimentos realizados em escala mundial em HIV alcançaram um total de 16 800 milhões de dólares norte-americanos.
  • 46 países, territórios e áreas de impõem restrições de entrada, permanência ou residência para pessoas que vivem com HIV.


AMÉRICA LATINA


  • Em 2011, foram registrados 1,4 milhão [1 100 000 - 1 700 000] de pessoas vivendo com HIV na América Latina, dos quais 40 000 eram crianças.
  • Em 2011, o número de pessoas que contraíram a infecção pelo HIV na região foi de 86 000 [52 000 140 000].

- Dentro deste total, cerca de 2 000 [1 000-3 900] novas infecções ocorreram em crianças.

  • Na maioria dos países da região, o HIV se espalha em torno de redes de homens que têm sexo com homens.
  • Na América Latina, existe uma ampla cobertura de tratamento anti-retroviral, o equivalente a 70% [61 - 73%]
  • Conseguir o acesso generalizado ao tratamento anti-retroviral tem ajudado a reduzir o número anual de mortes relacionadas à Aids, que passou de 63 000 [35 000 - 105 000] há dez anos, para 57 000 [35 000-86 000] em 2011.

Para maiores informações acesse o documento na íntegra no site do UNAIDS

 

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