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Projeto Vida no Trânsito realiza seu 2º Encontro Internacional de Parceiros em de 2012

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Com objetivo de avaliar o progresso do Projeto neste ano e planejar ações para 2013 os parceiros se reuniram entre 4-6 de dezembro na OPAS/OMS no Brasil. O Projeto “Vida no Trânsito” é a denominação, no Brasil, do Projeto Road Safety in Ten Countries (“RS-10”), voltado à redução das mortes e lesões causadas no trânsito em 10 países, com o financiamento da Fundação Bloomberg e coordenação global da Organização Mundial de Saúde (OMS) e suas agências regionais.  

 

O evento reuniu, no primeiro dia do encontro, pontos focais cidades do RS-10/Vida no Trânsito, da OPAS/OMS no Brasil; OPAS/OMS Washington; do Ministério da Saúde; da Comissão Nacional do Projeto; Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Universidade Católica do Paraná (PUC-PR); Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para avaliar o progresso anual, os desafios e necessidades das cidades para 2013. Também estiveram presentes universidades e consultores do projeto Vida no Trânsito estendido para as demais capitais do País. 

Estes pontos levantados neste primeiro dia foram organizados e apresentados no segundo dia para os para um grupo maior que incluiu a Organização Mundial de Saúde; a Johns Hopkins University; a Global Road Safety Partnership – GRSP; e as ONGs Embarq Brasil; Vida Urgente; ANDI.         

O terceiro dia foi dedicado ao balanço das ações do componente nacional/internacional do Vida no Trânsito pela Coordenação do Projeto e os parceiros internacionais. O programa incluiu ainda informes dos parceiros do consórcio que apoia o projeto, da OMS e OPAS-WDC, bem como apresentação da publicação “Perda sem Nome” pela ONG Vida Urgente e as estratégias de planejamentopara oficinas com jornalistas a serem conduzidas pela ONG ANDI ainda em dezembro de 2012.

O Projeto “Vida no Trânsito” é a denominação, no Brasil, do Projeto Road Safety in Ten Countries (“RS-10”), voltado à redução das mortes e lesões causadas no trânsito em 10 países, com o financiamento da Fundação Bloomberg e coordenação global da Organização Mundial de Saúde (OMS) e suas agências regionais.

O Projeto teve seu início, 2010, em cinco capitais: Belo Horizonte-MG; Campo Grande-MS; Curitiba-PR; Palmas-TO e Teresina-PI. Em 2012, por iniciativa do Ministério da Saúde, a metodologia do Projeto foi expandida para todas demais capitais brasileiras, a partir de fundos designados por portarias ministeriais para as Secretarias de Saúdes de Estados e Municípios.

 

                           

 

Última atualização em Sáb, 08 de Dezembro de 2012 19:56

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