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OPAS apoia a campanha do Ministério de Saúde do Brasil para detecção de casos de Hanseníase e tratamento massivo das verminoses intestinais em crianças em idade escolar

No dia 18 de março, foi lançada a campanha de tratamentos massivos para as geohelmintíases e detecção de casos de hanseníase na Escola São João Batista em Recife e a Escola Maria Aparecida em Jaboatão dos Guararapes.

A campanha esta sendo realizada durante toda a semana de 18 a 22 de março pela Coordenação Geral de Hanseníase e Doenças em Eliminação (CGHDE) da Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde e visa chegar a 9,2 milhões de crianças em idade escolar de 800 municípios em 27 estados.

Essa campanha faz parte do “Plano Integrado de Ações estratégicas de eliminação de Hanseníase, filariose, esquistossomose e oncocercose como problemas de saúde pública, tracoma como causa de cegueira e controle das geohelmintíases”, lançado pelo Ministério da Saúde em Julho de 2012. Além da detecção precoce de casos de Hanseníase, a campanha visa reduzir a morbidade causada por verminoses intestinais, uma vez que estes tem um alto impacto no crescimento e desenvolvimento das crianças menores de 15 anos. Por essa razão, o tratamento massivo foca principalmente nessa faixa etária. 

A estratégia para o controle das verminoses é a administração do medicamento albendazol, dose única de 400 mg, doado pela OMS, pelos profissionais de saúde do ministério e das secretárias estaduais e municipais da saúde e educação, em coordenação com os professores das escolas. Para a detecção de casos de hanseníase os professores das escolas coletarão informação sobre presença de possíveis sinais e sintomas. Os casos suspeitos serão referidos às unidades básicas de saúde para exame clinico e confirmação diagnóstica.

É a primeira vez que o Ministério da Saúde faz uma campanha de tratamento massivo contra as verminoses, a nível nacional, com esta magnitude. A integração com a busca ativa de casos de hanseníase e com diferentes parceiros, como as secretarias estaduais e municipais de saúde e educação, ONGs como MORHAN (Movimento de Reintegração de Pessoas Atingidas pela Hanseníase) e OPAS/OMS, entre outros, além da ativa participação das comunidades, fazem desta uma ação inovadora, tanto para o Brasil, como quanto para a Região das Américas.

Para maiores informações visite o site  

 

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