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Segurança do Paciente

Em outubro de de 2004, a Organização Mundial da Saúde realizou o lançamento da Aliança Mundial para a Segurança do Paciente em resposta à resolução da Assembléia Mundial da Saúde de 2002 (Resolução 55.18) pela qual urge à OMS e a seus Estados Membros a conceder a maior atenção possível à Segurança do Paciente.

Aliança Mundial Para Segurança do Paciente 

A Aliança trabalha por elevar a consciência e o compromisso político com a melhoria da segurança dos cuidados e para facilitar o desenvolvimento de políticas e práticas seguras na atenção sanitária dos Estados Membros.

Os estudos de pesquisa em Segurança do Paciente desempenham um rol importante na conscientização sobre a segurança do paciente e são essenciais para compreender a magnitude e as causas dos efeitos adversos da atenção sanitária, e, portanto para o desenvolvimento de soluções adequadas.

A Aliança Mundial pela Segurança do Paciente/OMS (Genebra), do Programa Regional de Fortalecimento da Qualidade da Atenção Sanitária de OPAS/OMS (Washington D.C.) e da direção geral da Agência Qualidade do Ministério da Saúde e Consumo da Espanha estabeleceram em fevereiro de 2007 um compromisso para promover, apoiar, financiar e coordenar o desenvolvimento de um Estudo de Prevalência de Efeitos Adversos em Hospitais da América Latina convidando a participar inicialmente a cinco países selecionados das Américas.

Uma Assistência Limpa é Uma Assistência Mais Segura
           
As infecções relacionadas à assistência à saúde continuam a se apresentar como um problema de saúde pública no país, aumentando a morbidade e a mortalidade entre os pacientes, além de elevar os custos hospitalares. A Organização Mundial da Saúde atenta a esta questão propôs no primeiro desafio mundial para segurança do paciente o tema:” Uma Assistência Limpa é Uma Assistência Mais Segura”  focado na higienização das mãos e implementação de diretrizes da OMS para a melhoria das práticas de higienização das mãos  com disponibilização de diversas ferramentas da OMS para aplicação nos hospitais.

Cirurgias Seguras Salvam Vidas

Em janeiro de 2007, a Organização Mundial da Saúde lançou um projeto voltado para a melhora da segurança da assistência cirúrgica mundialmente. A iniciativa, chamada “Cirurgias Seguras Salvam Vidas", objetiva identificar padrões mínimos da assistência cirúrgica que possam ser aplicados universalmente pelos países e contextos. Focando a atenção na cirurgia como uma questão de saúde pública, a OMS está reconhecendo a importância da melhora da segurança da assistência cirúrgica pelo mundo. A iniciativa tenta aproveitar o comprometimento político e a determinação de médicos para resolver muitas questões de segurança importantes, incluindo práticas inadequadas de segurança anestésica, infecções cirúrgicas evitáveis e a comunicação inadequada dentro da equipe. Provou-se que estes são problemas comuns, fatais e evitáveis em todos os países e cenários.  anestesiologistas, enfermeiros, especialistas em doenças infecciosas, epidemiologistas, engenheiros biomédicos e especialistas em aumento de qualidade, bem como de pacientes e grupos de segurança do paciente, a OMS criou uma lista de verificações de segurança cirúrgica a qual abrange um conjunto simples de padrões de segurança cirúrgica e que podem ser usados em qualquer cenário cirúrgico. Cada etapa de segurança da lista de verificações é simples, amplamente aplicável e mensurável. Além disso, as etapas de segurança reduzem a probabilidade de injúrias cirúrgicas sérias e evitáveis e dificilmente geram danos ou custo incontrolável.

Com 234 milhões de procedimentos cirúrgicos maiores ocorrendo anualmente, a segurança cirúrgica é agora uma questão principal em saúde pública. O programa “Cirurgias Seguras Salvam Vidas” tem como objetivo a melhora dos padrões de segurança em nível mundial. Ter seu serviço como um participante neste processo faz com que todos estejam mais próximos de alcançar os objetivos de aperfeiçoamentos na assistência cirúrgica.

Estudo “IBEAS”

O estudo “IBEAS” tem aportado uma estimativa da magnitude e das características da prevalência dos efeitos adversos em mais de 50 hospitais da Argentina, da Colômbia, da costa Rica, do México e do Peru. Seus resultados se apresentarão publicamente no final de 2009. O desenvolvimento do IBEAS gerou capacidade instalada nos países e instituições participantes, tem identificado e quantificado a prioridade de áreas de melhora, e contribuído substancialmente no fortalecimento de esforços coletivos para introduzir soluções. A experiência e ferramentas do IBEAS são adaptáveis a novos estudos nestes e outros países da Região.

O estudo estabeleceria os seguintes objetivos gerais:

• Melhorar o conhecimento quanto à segurança do paciente, mediante a aproximação à magnitude, transcendência e impacto dos efeitos adversos, e da análise das características dos pacientes e da assistência que se associam ao aparecimento de efeitos adversos evitáveis.

• Identificar áreas e problemas prioritários da segurança do paciente para facilitar e estimular os processos de prevenção para minimizar e mitigar os efeitos adversos.

• Aumentar a massa crítica de profissionais envolvidos na segurança do paciente.

• Incorporar na agenda dos diferentes níveis organizativos e assistenciais, objetivos e atividades encaminhadas à melhoria da segurança do paciente.

 

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