Organização Pan-americana da Saúde. Brasil

Skip to content



Destaques

Últimas notícias

Projeto que ampliou capacidade comunicacional dos Observatórios de RH completa dois anos

Active ImageCompleta dois anos dia 25 de outubro o lançamento do projeto que desenvolveu e fortaleceu a dimensão comunicacional dos Observatórios de Recursos Humanos e suas relações no plano virtual. A concepção do novo paradigma foi apresentada pelo consultor da OPAS/OMS José Paranaguá de Santana em reunião realizada em outubro de 2007, em Brasília, da qual participaram consultores da OPAS/Washington e da OMS/Genebra e regionais de África e Europa. O marco conceitual da ação vale-se de ferramentas de Tecnologia de Informação e Comunicação (TICs) para apoiar a construção de um Anel de Rede (Web Ring) composto pelos seus sítios Web.

De acordo com Paranaguá, que atualmente gerencia o Programa de Cooperação Internacional (TC 41) da OPAS/OM, o projeto apresenta “um conjunto mínimo de parâmetros a serem adotados voluntariamente por instituições participantes de observatórios de recursos humanos em todo o mundo”. E acrescenta, “o objetivo é o de desenvolver e fortalecer a dimensão comunicacional dos observatórios de RH e suas relações no plano virtual”.
 
Memória
 
A iniciativa da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde foi desencadeada oficialmente em reunião realizada em Santiago do Chile em 1999, sob patrocínio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). A maioria dos países da Região está engajada no projeto, mediante parcerias entre os respectivos ministérios da saúde e instituições de pesquisa e ensino, com apoio dos escritórios nacionais da OPAS.
 
A Rede ObservaRH do Brasil teve um desenvolvimento expressivo desde sua implantação em 1999. Hoje são 21 estações de trabalho, a maioria delas com sítio Web em funcionamento, adotando arquitetura básica comum e logo próprio utilizado de modo adaptado à identidade visual original da instituição que alberga a estação de trabalho da Rede. Das 21 estações de trabalho, no período 2008/2009, 10 delas contam com apoio da OPAS/OMS para o desenvolvimento de iniciativas. 
 
O funcionamento da rede tem como base a colaboração entre centros de estudo e instituições públicas ou privadas, levando em conta as expectativas de diferentes grupos de interesse da sociedade. Um aspecto significativo desse processo é a flexibilidade da organização e operação em rede.

De um lado, as estações de trabalho constituem um conjunto de instituições que estabelecem e desenvolvem processos de cooperação, cujos resultados materializam-se em produtos previamente estabelecidos em projetos financiados. De outro, situam-se inumeráveis possibilidades de relacionamento entre atores que podem interagir por meio da rede mundial de computadores, permutando e produzindo conhecimento.
 
A proposta de organização em rede, na lógica da Internet, vislumbra a possibilidade de que esse conjunto venha a constituir-se em instância de articulação com outros atores sociais interessados na construção de novas modelagens do saber nesse campo de conhecimento, conformando um espaço ou locus de construção de políticas públicas.
 
Em várias oportunidades e em diferentes países, o gerente do TC 41 também apresentou a proposta de ampliação da capacidade de comunicação das redes de Observatórios de RH. Duas reuniões realizadas em 2008, na Colômbia e no Peru, representaram marcos importantes na agenda de implantação da Rede ObservaRH dos países andinos, quando se realizaram oficinas de trabalho para capacitação de seus pontos focais. Veja informações sobre as oficinas no site da rede, no final da página.

Mais informações:

Apresentação de José Paranaguá de Santana

Rede ObservaRH

Observatório Andino

 

Campus Virtual

Setor de Embaixadas Norte, Lote 19, 70800-400 Brasília, DF, Brasil
Caixa Postal 08-729, 70312-970 - Brasilia, DF, Brasil
Tel: +55 61 3251-9595