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Observatórios de Recursos Humanos em Saúde completam 10 anos

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Os Observatórios de RH completam em 2009 uma década de iniciativas voltadas para a gestão de recursos humanos em saúde. Em artigo publicado na revista Health Exchange News, edição de outubro, os consultores da OPAS/OMS Felix Rigoli, gerente de RH na representação do Brasil, José Paranaguá de Santana, coordenador do Programa de Cooperação Internacional em Saúde (TC 41) da OPAS/OMS, e Mônica Padilha e Alisson Foster da PAHO/WHO, analisam os avanços no setor. Atualmente, 28 países das Américas participam da Rede e mantêm seus próprios observatórios.

O marco da estratégia foi o lançamento pela OPAS/OMS, em 1999, da Iniciativa Regional dos Observatórios de Recursos Humanos em Saúde, em evento realizado em Santiago, no Chile, com o objetivo de monitorar o impacto das reformas do setor saúde na força de trabalho.


A implantação e consolidação da Rede se insere na macropolítica da OMS que, em 2006, calculou que existem cerca de 59 milhões de profissionais de saúde assalariados em regime de tempo integral no mundo inteiro (profissionais da área da saúde, administradores em saúde e profissionais de apoio), e mais de 21,7 milhões (31,6%) deles residem nas Américas. Atualmente, há cerca de 57 países no mundo inteiro com escassez crítica de recursos humanos de saúde, com um total de 2,4 milhões de médicos, enfermeiras e parteiras. Com o aumento da concorrência por recursos humanos escassos, a migração internacional dos profissionais de saúde provavelmente se intensificará nos próximos anos, levando à desestabilização adicional da força de trabalho em países menos desenvolvidos.

 

Há um consenso global sobre a existência de uma crise de recursos humanos em saúde e, ao mesmo tempo, uma certeza sobre a urgência de um esforço coletivo para lidar com as conseqüências desse fato. Apesar da elevada captação de recursos financeiros por parte da comunidade internacional para controlar a propagação de agravos à saúde, existem sérias preocupações de que esses investimentos não atinjam os resultados esperados se não forem adotadas ações sistemáticas para estabilizar a força de trabalho. O Plano Regional de RH em Saúde, 2007-2015, é uma resposta às pressões observadas.

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Última atualização em Seg, 18 de Janeiro de 2010 08:56
 

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