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Determinantes Sociais e Riscos para a Saúde, Doenças Crônicas não transmissíveis e Saúde Mental

A publicação da OMS enfatiza a importância de uma abordagem abrangente e holística, que inclui engenharia de trânsito, legislação e fiscalização bem como medidas voltadas ao comportamento. O manual descreve a magnitude das mortes e lesões em pedestres; os principais fatores de risco; as formas de avaliação situacional da segurança destes usuários das vias públicas num dado cenário e a elaboração de um plano de ação; além de como selecionar, desenhar, implantar e avaliar medidas preventivas. A publicação chama também a atenção para os benefícios de caminhar, em face aos benefícios para a saúde e para o meio ambiente.  O manual, elaborado para um público multidisciplinar busca contribuir o para o fortalecimento da capacidade local para implantar medidas para a segurança de pedestres em todo o mundo.

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Para discutir o tema de Saúde e Desenvolvimento Sustentável a Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial de Saúde (OPAS/OMS) organizou  no Rio de Janeiro, uma oficina de trabalho com os Centros Colaboradores da OPAS/OMS com o objetivo estabelecer uma agenda regional em saúde voltada para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável ( ODS) e estabelecer recomendações, ações e projetos de cooperação para que a saúde tenha papel primordial na agenda do desenvolvimento sustentável pós 2015, com ênfase nos determinantes sociais e ambientais que afetam a saude da população, em especial os mais vulneráveis.

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Sob o mote “só é natural na primeira vez” filmes mostram sequelas dos que sobrevivem aos acidentes de trânsito – o grande número de mortos é apena a “ponta do iceberg” – ilustrando vítimas reais reaprendendo a andar, comer e falar.  A campanha desse ano, conforme afirma o Ministério das Cidades - parceiro da OPAS/BRA na  prevenção deas mortes e lesões causadas pelo trânsito, parte de uma realidade impactante, mas que nem sempre é lembrada pelos motoristas: quando um acidente não resulta em óbito, pode deixar graves sequelas em suas vítimas.

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Entre os dias 29 e 31 de outubro de 2013 a Secretária de Vigilância em Saúde/MS, com apoio da OPAS/OMS, SAS e FIOCRUZ realizou o 5º Seminário Nacional sobre Saúde em Desastres com objetivo de promover a troca de conhecimentos e fortalecer a capacidade de atuação em desastres, sejam eles de origem natural ou antropogênica. Além disso, buscou  fortalecer a capacidade de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS) e dos países membros do Tratado de Cooperação Amazônica frente aos desastres. O Seminário reuniu em Brasília,  aproximadamente 250 participantes, entre representantes do Ministério da Saúde e das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e de instituições governamentais e não-governamentais que atuam na gestão de risco de desastres, universidades e centros de pesquisa, e organizações internacionais.

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Em evento, onde Álcool, Drogas e Segurança no Trânsito, foi o tema de 2013, autoridades e especialistas em segurança viária discutiram, entre outros pontos, os progressos da Década de Ação pela Segurança no Trânsito em nível local e global. De acordo com dados locais, de cada quatro pessoas que saem para se divertir à noite em São Paulo, uma admite dirigir mesmo depois de haver consumido bebida alcoólica. É o que indicam os dados preliminares de uma pesquisa sobre mobilidade urbana desenvolvida pela Assessoria de Inovação em Governo, da Secretaria Estadual de Planejamento e Desenvolvimento Regional. Outra informação preocupante é a de que 47,7% das pessoas que disseram dirigir embriagadas acham que bebem pouco e que isso não as prejudica.

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