Rede Amazônica de Vigilância de Resistência aos Antimaláricos (RAVREDA)

Criação

2001

Facilitador da Rede

OPAS/OMS
Roberto Montoya (consultor internacional para malária)

Quem a integra

Programas de controle de malária dos oito países amazônicos (Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e o Brasil), OPAS/OMS, USAID, CDC, Farmacopéia dos Estados Unidos (Usp) e Organização MSH, Instituições de vigilância e controle e centros de investigação dos países.

Objetivos

Melhorar a gestão dos programas de controle de malária nos seguintes
temas:
Políticas de medicamentos
Acesso e uso de medicamentos
Acesso e qualidade do diagnóstico
Controle vetorial e entomologia
Análise de informação

Principais atividades

Reuniões Anuais de Avaliação
Reuniões de grupos técnicos
Oficinas de capacitação
Experiências-piloto
Investigação operacional
Desenho e padronização de instrumentos e protocolos
Newsletter semestral
Está planejada a constituição de fóruns virtuais para funcionamento de comunidades de prática em temas específicos.

Link

http://www.ops-oms.org/Spanish/AD/DPC/CD/ravreda-ami.htm

Filiação à rede

Seleção

Recursos financeiros

A USAID é a doadora, por meio do projeto AMI (Amazon Malaria
Initiative). Contrapartida dos países.

Papel da OPAS/OMS na Rede

Coordenação de atividades com os Ministérios da Saúde dos países.
Coordenação com sócios de assistência técnica (Usp, MSH, CDC).
Coordenação de ações sul-sul.
Cooperação no desenho de ferramentas, instrumentos, protocolos, monitoramento e avaliação de atividades.
Administração do grant com a USAID, por meio do qual se financiam as ações da Rede.
Coordenação de reuniões técnicas anuais e reuniões do Steering committee do projeto AMI que financia a Rede.
Elaboração de planos de trabalho com os países.
Atualização de página web na página do OPAS/OMS.
Elaboração do Newsletter.
Atualização e relatórios dinâmicos de base de dados de temas de trabalho da Rede.

Outras informações

RAVREDA é uma Rede formal de cooperação técnica em vigilância econtrole da malária. Tem uma estrutura de coordenação e hierarquia, em que os protagonistas principais são as gerências dos programas de malária nos Ministérios de Saúde e instituições nos países. A Rede foi criada e funcionou graças ao projeto AMI da USAID. Pensa-se na constituição de comunidades de prática em alguns temas específicos, sobre os quais já se criaram grupos de trabalho, mas não têm uma dinâmica espontânea de funcionamento em Rede.