Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias de Saúde (REBRATS)

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A Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde (REBRATS) reúne órgãos gestores e instituições de ensino e pesquisa para elaborar estudos de Avaliação de Tecnologias em Saúde, prioritários para o sistema de saúde, e para criar e estabelecer metodologias de padronização de qualidade de pesquisas. Com o objetivo de estabelecer o elo entre avaliação e incorporação de tecnologias em saúde, serão integrados à rede órgãos do Ministério da Saúde, agências reguladoras, Secretarias Estaduais e Municipais, hospitais, usuários, sociedades profissionais e científicas, entre outros segmentos da sociedade.

 

Nome da Rede

 

Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias de Saúde - REBRATS

Criação

 

Agosto de 2008

Facilitador da Rede

 

Flávia Tavares Silva Elias

DECIT/SCTIE/MS

Integrantes

 

Comitê Técnico-Político:

SVS, SAS, SCTIE, ANS, ANVISA,

CONASS, CONASEMS, SGETS

Instituições de Ensino e Pesquisa:

- Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ/Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca

(ENSP);

- Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ/Instituto de Medicina Social (IMS);

- Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP/Centro Cochrane do Brasil;

- Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP/Centro Paulista de Economia da Saúde

(CEPS);

- Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS/Programa Pós-graduação em

Epidemiologia;

- Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais/Estudos de Ciências Médicas (ECM Brasil);

- Universidade Federal da Bahia – UFBA/Programa Economia da Saúde do Instituto de Saúde

Coletiva

Comitê Executivo:

DECIT e Representantes das agências reguladoras (ANVISA, ANS), representantes de agências de fomento à pesquisa (CNPq, FINEP), e gestor do Sistema de Informação da REBRATS (DATASUS).

Fórum Consultivo:

Saúde suplementar, hospitais de ensino, ONG de usuários, organizações das indústrias farmacêuticas e de equipamentos, sociedades profissionais, sociedades científicas, Ministério Público, Ministério da Educação, Ministério da Ciência e Tecnologia e Comissão Nacional de Ética em Pesquisa.

Parcerias Internacionais:

Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), Organização Mundial de Saúde (OMS)

 

Objetivos da Rede

 

Produzir e disseminar estudos e pesquisas prioritárias no campo de ATS, padronizar

metodologias, validar e atestar a qualidade dos estudos, instituir formação profissional e

educação continuada e estabelecer mecanismos para monitoramento do horizonte tecnológico.

Principais atividades

Principais atividades: Grupos de Trabalho

A- Priorização e fomento de estudos no campo de ATS: definição de prioridades e elaboração de termos de referência sobre tipos de estudos necessários; estabelecimento de fluxos para recebimento dos resultados dos estudos, análise, revisão e avaliação dos conteúdos; encomenda de instrumentos para monitoramento da execução dos estudos.

B- Desenvolvimento e avaliação metodológica em ATS: estabelecimento de um padrão metodológico adequado para estudos

em ATS no âmbito da Rebrats; estabelecimento de banco de consultores ad hoc para avaliação da qualidade dos estudos;

C- Formação Profissional e Educação Continuada: formação de Núcleos de ATS (NATS)) nas Instituições de Ensino e Pesquisa (IEP); viabilização de contratos entre os gestores plenos do SUS e os hospitais de ensino; criação de cultura de avaliação tecnológica baseada em evidências por meio de educação em larga escala, via internet e teleconferências; graduação e pós-graduação para formação de pesquisadores com investimento para: extensão, iniciação científica, mestrado, doutorado, pós-doutorado, consolidando meios de formação de massa: Educação à Distância (EAD), vídeo-conferências; capacitação de gestores por meio de cursos de curta duração; consolidação de parceria entre instituições de pesquisa e instituições emergentes; estratégias para que o profissional formado em ATS seja inserido no mercado de trabalho.

D- Monitoramento do horizonte tecnológico: mapeamento de redes e grupos, nacionais e internacionais, que realizam monitoramento do horizonte tecnológico; identificação de grupos com maior experiência e as suas metodologias; organização de encontro entre esses grupos para discutir os resultados de busca; realização de oficina com os grupos identificados para discussão de metodologia e ferramentas de monitoramento do horizonte tecnológico; identificação de bancos de dados já utilizados para o monitoramento; identificação de tecnologias emergentes para o grupo de priorização; monitoramento antes e/ou após o registro na ANVISA; reavaliação das tecnologias existentes;

E- Disseminação e Informação: criação de ferramentas adequadas, web e outras, de modo a gerar a interação virtual entre os membros da REBRATS, a exemplo dos fóruns e painéis; identificação de experiências existentes em outras redes para adequar à nossa realidade; determinação de agenda ou de periodicidade para divulgação de estudos realizados; desenvolvimento de indicadores de qualidade, de utilização, dentre outros, para monitorar e definir o perfil do

público alvo, realizando dessa maneira a hierarquização da informação e acesso;

desenvolvimento de estratégias de estímulo à incorporação da informação técnico-científica

aos processos de tomada de decisão.

 

Meio de Comunicação: ambiente virtual, seminários, oficinas,

 

Pagina web

www.saude.gov.br/rebrats

Afiliação

Espontânea (formulário de solicitação de inclusão de membro)

Recursos financeiros

DECIT/SCTIE/MS

Rol de participação da OPAS/OMS

·         Viabilizar e participar das ações de avaliação e acompanhamento dos estudos inseridos no âmbito da rede.

·         Promover o desenvolvimento dos estudos prioritários e atividades da rede.

·         Promover a integração e potencialização das atividades da rede.

·         Apoiar a gestão da rede.

Otras informações que considere de interesse

Os produtos previstos para a REBRATS são: a produção e disseminação de estudos e pesquisas

prioritárias no campo de ATS, dentre eles, os Pareceres Técnico-Científicos (PTC), Revisões

Sistemáticas e Avaliações Econômicas; padronização de metodologias; validação e qualidade dos estudos; educação continuada e monitoramento do horizonte tecnológico.