A GPCDDS da OPAS/OMS no Brasil alinha Planos de Trabalho com o escritório central de OPAS/OMS em Washington DC

Entre os dias 13 e 17 de dezembro de 2010, foi desenvolvida em Washington DC uma agenda conjunta entre a Gerência de Prevenção e Controle de Doenças e Desenvolvimento Sustentável (GPCDDS) da OPAS/OMS no Brasil e a área de Vigilância Sanitária , Prevenção e Controle de Doenças (AD/HSD) do escritório central da OPAS/OMS.

O propósito da agenda foi identificar os temas estratégicos de apoio ao país e maneiras para aprimorar a cooperação técnica, com ênfase no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil e a Cooperação Sul – Sul.

A missão da OPAS/OMS no Brasil foi conformada pelo Dr. Enrique Gil, Gerente de Prevenção e Controle de Doenças e Desenvolvimento Sustentável, pelo Dr. Alfonso Tenório e a Dra. Micheline Meiners, da mesma Gerência. No escritório central da OPAS/OMS foram formadas equipes de trabalho liderados pelo Dr. Marcos Espinal Gerente da Área Técnica de Vigilância Sanitária , Prevenção e Controle de Doenças (AD/HSD); Dr. Rodolfo Rodríguez, Coordenador da Unidade de Doenças Transmissíveis (CD); Dr. Sylvain Aldighieri, Coordenador da Unidade de Regulamento Sanitário Internacional, Alerta e Resposta e Doenças Epidêmicas; e Dr. James Hospedales, Coordenador da Unidade de Prevenção e Controle de Doenças Crônicas (AD/NC). Entre os temas tratados nas reuniões destacaram-se a dengue, malária, doenças virais emergentes e reemergentes, resistência microbiana, tuberculose, doenças negligenciadas, laboratórios de saúde pública, alerta e resposta, Regulamento Sanitário Internacional, câncer e outras doenças crônicas não-transmissíveis.

Foi compartilhado com as equipes da HSD o modelo de gestão da Representação no Brasil e o enfoque inter-programático matricial. Os acordos e compromissos foram enfocados no contexto das duas grandes linhas pactuadas na Estratégia de Cooperação 2008-2012 entre OPAS/OMS e o Governo Brasileiro: apoio à implementação do Sistema Único da Saúde (SUS) e a Cooperação Sul-Sul.

Foi destacado o papel do Brasil no cumprimento das metas regionais e no debate sobre governança global em saúde, assim como no campo da inovação na procura de alternativas aos desafios dos países em desenvolvimento.