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SIRVERA: Sistema de Vigilância Epidemiológica em Raiva |
SIEPI: Sistema de Informação Epidemiológica |
Base de dados bibliográficos |
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BVS: Biblioteca Virtual em Saúde Pública Veterinária |
Mais sobre a raiva nas Américas
Más de la OPS sobre rabia

Consulta de expertos sobre a raiva nos morcegos hematófagos na Amazônia
Metodologia para a avaliação: Eliminação da raiva humana e canina na América Latina:
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Resultados do Estudo: Eliminação da raiva humana transmitida por cães na América Latina: Analise da situação
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Plano de Ação para a Prevenção e o Controle da Raiva nas Américas, 2005–2009:
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Situação epidemiológica da rabia humana na América Latina no 2004 (Boletín Epidemiológico da OPAS, Vol. 26, No. 1, março 2005):
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REDIPRA: Reuniões dos Diretores de Programas Nacionais de Controle da Raiva na América Latina:
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RIMSA: Reuniões Interamericanas, a Nível Ministerial, sobre Saúde e Agricultura
Vínculos OPAS
- Raiva: español | English
- Zoonose / Saúde animal: español | English
- Saúde Pública Veterinária: español | English
- Biblioteca Virtual em Saúde Pública Veterinária (BVS)
Vínculos na OMS (em inglês)
- Fact Sheet Rabies | français
- Zoonoses & Veterinary Public Health: Rabies
- Human & Animal Rabies: A Neglected Zoonotic Disease
- General Surveillance Information
- Current WHO Guide for Rabies Pre- & Post-Exposure Treatment in Humans
- Rabies & Envenomings: A Neglected Public Health Issue
- Expert Consultation
- Rabies Publications
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Definição de caso da raiva (OPAS): español | English |
Guia de tratamento
Tipos de vigilâncias recomendados
- Vigilância na população humana
- Vigilância da exposição humana à raiva: Ao nível local, especialmente em una zona infetada pela raiva, devem ser investigados de imediato os relatórios de pacientes com antecedentes de contato com animais (geralmente uma picadura ou arranhão) e, quando seja necessário, considerar como casos de urgência. Os dados de casos e os dados agregados devem ser enviados regularmente pela equipe local ao nível intermediário e central.
- Vigilância dos casos de raiva humana: Todo caso presunto e confirmado ao nível local (pelo médico e o laboratório que realizem o diagnóstico) deve ser notificado imediatamente aos níveis intermediários e centrais. Requer-se um intercambio rápido de informação com os serviços encarregados da vigilância e do controle da raiva animal.
- Investigação epidemiológica de surtos: Deve se investigar cada foco de raiva, com a identificação das fontes de infecção tanto dos humanos que dos animais expostos o possivelmente expostos. Notícias de surtos epidêmicos da OPAS: español | English
- Vigilância da população animal (controle epizoótico)
Apresentação imediata de um espécime cerebral do animal suspeito para o diagnóstico de laboratório nos casos de exposição humana.
- Os animais domésticos suspeitos de ser a causa da exposição humana, mas que não devem ser sacrificados, devem se mantiver baixo observação por dez dias. Deve se iniciar a vigilância da raiva animal e das doenças similares em espécies silvestres e domésticas que tenham mais probabilidades de ser reservórios da enfermidade nos países onde a doença seja endêmica ou onde poder ser re-introducida. A vigilância deve ser radicada no laboratório. Requer-se um intercambio rápido de informação entre os serviços encarregados da vigilância e do controle da raiva humana e animal.
Guia OMS de tratamento anti-raiva pre- y pós-exposição da raiva em humanos: español | English
 
Dados epidemiológicos sobre a raiva nas Américas
- SIRVERA, Sistema Regional de Vigilância Epidemiologica da Raiva nas Américas
- SIEPI, Sistema de Informação Epidemiológica
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