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No mundo todo, a cada dois minutos uma mulher morre devido a complicações relacionadas ao parto ou a gravidez. As quatro principais causas de morte são: pressão alta durante a gravidez, hemorragia após o parto, infecções e aborto em condições perigosas. Em celebração ao Dia Nacional pela Redução da Mortalidade Materna, a OPAS/OMS no Brasil e a Área Técnica de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde realizaram, em 31 de maio, um evento que reúne especialistas para debater a redução da mortalidade e morbidade materna graves no Brasil.

Nesta ocasião também foi lançado o Plano de Ação para Acelerar a Redução da Mortalidade Materna e Morbidade Materna Grave, pelo diretor do Centro Latino-Americano de Perinatologia - CLAP e realizada a premiação dos vencedores regionais do concurso de Boas Práticas da Iniciativa Maternidade Segura da OPAS/OMS.

O número de mulheres no Brasil que morrem durante a gravidez ou por complicações durante o parto e aborto vem diminuindo, mas ainda assim registra mais de mil mortes a cada ano. A melhoria da saúde materna é a quinta meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, compromisso de todos os países, listados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).