311019 apsforte30 de outubro de 2019 – A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Ministério da Saúde do Brasil divulgaram nesta terça-feira (29), em Brasília (DF), as três experiências vencedoras do “Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal”. A iniciativa, que contou com mais de 1,2 mil inscrições de todos os estados brasileiros, tem o objetivo de identificar, dar visibilidade, reconhecer e promover iniciativas municipais, estaduais ou regionais que tenham como foco a melhoria da atenção primária à saúde (APS), principalmente em relação ao acesso.

As experiências ganhadoras são:

As experiências ganhadoras foram selecionadas por um júri especial de convidados dentre as 11 práticas finalistas, anteriormente escolhidas por um comitê técnico integrado por representantes dos Conselhos de Secretários Estaduais de Saúde e das Secretarias Municipais de Saúde (CONASS e CONASEMS), do Conselho Nacional de Saúde (CNS), do Ministério da Saúde e da OPAS. Compuseram o júri especial: Claudia Collucci, colunista da Folha de S. Paulo; Mara Régia, jornalista da Rádio Nacional; Lígia Formenti, repórter do Estado de S. Paulo; Lise Alves, correspondente da revista The Lancet; Chico Pinheiro, apresentador da TV Globo; Drauzio Varella, médico; Luiz Fara Monteiro, jornalista da TV Record; e Alan Ferreira da TV Globo.

Os três trabalhos vencedores serão premiados com uma viagem de estudo para conhecer uma experiência internacional, a ser indicada pela OPAS, de organização de rede de atenção à saúde centrada na atenção primária. Além disso, todas as experiências aprovadas e recomendadas pelo comitê técnico, ao todo 135, foram descritas na publicação NavegadorSUS, editada pelo Ministério da Saúde e OPAS. Para acessá-la, clique aqui.

O “Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal” foi lançado em 5 de abril pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil, durante um evento para marcar o Dia Mundial da Saúde (7 de abril).

Atenção primária

Evidências científicas internacionais têm comprovado que um sistema de saúde baseado em uma atenção primária à saúde forte oferece melhores resultados, eficiência, menores custos e maior qualidade de atendimento em comparação com outros modelos.

Uma APS Forte é aquela que conta com unidades de saúde acessíveis aos cidadãos que precisam de atendimento; que oferece um conjunto amplo e atualizado de procedimentos diagnósticos e terapêuticos; que está preparada para lidar com os problemas de saúde mais prevalentes da população sob sua responsabilidade; e também está apta a coordenar o cuidado dos usuários que precisem ser encaminhados para outros níveis de atenção do sistema de saúde.

Crédito da foto: Erasmo Salomão/Ministério da Saúde