Todas as respostas são provisórias. O conteúdo é atualizado à medida que mais informações são disponibilizadas.
Última atualização: 30/07/2021
Até junho de 2021, a OMS havia concedido autorização à vacina da Pfizer/BioNTech, à vacina da AstraZeneca/Oxford, à vacina da Janssen, à vacina da Moderna, à vacina da Sinopharm e à vacina da Sinovac. Outras vacinas continuam sendo avaliadas. Além disso, as autoridades reguladoras nacionais (ARN) de alguns países autorizaram outras vacinas para uso em seus países.
Para mais informações (disponíveis em inglês), acesse:
Sim, as vacinas autorizadas contra a COVID-19 forneceram informações – provenientes de seus ensaios clínicos – sobre a sua eficácia em prevenir a doença. Em seguida, as autoridades reguladoras nacionais (ARN) analisam esses dados para tomar uma decisão sobre as vacinas.
A efetividade das vacinas continua sendo monitorada de perto, mesmo depois de terem sido introduzidas em um país. Somente as vacinas que se mostraram seguras e eficazes para prevenir a doença serão aprovadas para uso na população.
The approved vaccines - whether they're WHO approved or approved by a strict national regulatory agencies - have been shown to provide excellent protection [from severe disease and hospitalization] against the Delta variant as well as against other variants of concern.
COVID-19 vaccines are highly effective and are a critical tool to bring the pandemic under control. However, no vaccines are 100% effective at preventing illness in vaccinated people. There will be a small percentage of fully vaccinated people who still get sick.
Vaccine breakthrough cases occur in only a small percentage of vaccinated people. To date, no unexpected patterns have been identified in the demographics or vaccine characteristics among people with reported vaccine breakthrough infections.
Mais informações: Getting vaccines, medicines and tests ready for emergency use (em inglês)
Não, a EUL da OMS avalia a qualidade, segurança e eficácia das vacinas contra a COVID-19. Ela também permite que os países agilizem seus próprios processos de aprovação regulatória para importar e administrar vacinas contra a COVID-19.
No entanto, os países e as ARN podem aprovar o uso de uma vacina contra a COVID-19 no país sem que a vacina tenha sido incluída na Lista de Uso Emergencial da OMS.
Somente vacinas comprovadamente seguras e eficazes para prevenir a doença serão aprovadas para uso na população.
A OPAS incentiva as pessoas das Américas a seguirem as informações das autoridades sanitárias nacionais para determinar quando as vacinas contra a COVID-19 estarão disponíveis para elas.
As vacinas contra COVID-19 estão disponíveis em quase todos os países das Américas. Você poderá acessá-las por meio do seu Programa Nacional de Imunização. Entre em contato com a unidade de atendimento de saúde mais próxima para obter informações mais detalhadas.
A OPAS incentiva as pessoas a tomarem a vacina contra a COVID-19 que seja oferecida primeiro. As autoridades reguladoras nacionais de cada país comprovaram que todas as vacinas autorizadas são seguras e eficazes para prevenir a COVID-19.
A melhor vacina é a que está disponível para você primeiro!
Para mais informações sobre as diferentes vacinas, acesse:
As vacinas de mRNA ensinam nossas células como produzir uma proteína que fará com que nosso corpo reaja e desenvolva anticorpos para o germe. Mais tarde, esses anticorpos nos protegerão contra a doença quando formos expostos. As vacinas de mRNA são novas, mas não desconhecidas. Pesquisadores estudam e trabalham com elas há décadas para combater doenças como a gripe e o vírus zika.
Para mais informações:
Em junho de 2021, ainda estamos aprendendo quanto tempo dura a proteção das vacinas contra a COVID-19. As pesquisas estão em andamento, e isso será respondido nos próximos meses, conforme forem realizados estudos mais detalhados sobre as vacinas.
Para mais informações:
A OPAS promove o uso de vacinas seguras e eficazes como ferramenta protetora para ajudar a manter as populações saudáveis. Nem a OPAS nem a OMS criaram diretrizes que recomendassem a obrigatoriedade das vacinas contra a COVID-19 em nenhum país.
As pessoas devem tomar decisões informadas no que se refere à vacinação, inclusive contra a COVID-19. A inclusão de estratégias de vacinação, inclusive a oferta de incentivos para a vacinação, é uma decisão de cada país.
Sim, isso é possível. Na realidade, é possível que o seu país não só possa como precise usar vacinas de diferentes plataformas ou fabricantes. Por este motivo, a OPAS/OMS recomenda fortalecer os sistemas de registro de imunização, que são essenciais para rastrear o tipo de vacina recebida por cada pessoa e acompanhar quando a segunda dose deve ser aplicada. A OPAS também recomenda que todas as pessoas vacinadas mantenham sua caderneta de vacinação em mãos.
A OPAS/OMS recomenda que as vacinas contra a COVID-19 não sejam aplicadas ao mesmo tempo que outras vacinas, inclusive contra a gripe. Deve haver um intervalo de pelo menos 14 dias entre elas. Esta recomendação pode mudar conforme mais evidência se tornar disponível.
Todos os países devem seguir com seus programas de vacinação de rotina durante a pandemia, inclusive a vacinação contra a gripe em países onde essa vacina é administrada – principalmente para populações de alto risco.
A segurança das vacinas é sempre a prioridade máxima e isso não é diferente no caso das vacinas contra a COVID-19. Todas elas passam por várias fases de ensaios clínicos antes de serem aprovadas para uso na população. Esses ensaios visam a garantir a segurança da vacina e sua capacidade de proteger contra a doença (eficácia).
As vacinas contra a COVID-19 que estão sendo desenvolvidas estão seguindo essas mesmas fases. As vacinas contra a COVID-19 não serão aprovadas nem disponibilizadas nos países para uso na população em geral até que sua segurança tenha sido comprovada pelas agências reguladoras nacionais.
Da mesma forma, a OMS não aprovará nenhuma vacina até que tenha analisado os dados completos dos ensaios clínicos. Após as vacinas contra a COVID-19 terem sido aprovadas, o monitoramento de segurança continua. Esse monitoramento é parte normal dos programas de imunização e é realizado para todas as vacinas.
Mais informações: Segurança das vacinas contra a COVID-19
Sim, as vacinas de mRNA estão sendo submetidas às mesmas normas rigorosas de segurança que se aplicam a todas as outras vacinas. As vacinas não são aprovadas nem liberadas para uso na população em geral antes que os dados de segurança tenham sido completamente analisados pelas autoridades reguladoras nacionais e pela OMS.
Mais informações: Segurança das vacinas contra a COVID-19
Com o apoio da OPAS, os países das Américas estão trabalhando para fortalecer e desenvolver sistemas de vigilância para identificar e responder rapidamente a qualquer evento adverso pós-vacinação (ESAVIs). Essa é uma etapa de rotina na introdução de qualquer vacina nova nos calendários de imunização nacionais regulares para monitorar sua segurança e efetividade.
Os efeitos colaterais das vacinas geralmente ocorrem nos dois primeiros meses após a vacinação. Além disso, após receber a vacina, seu corpo quebrará seus componentes em poucos dias, e o que sobra é a memória do seu corpo sobre como lutar contra o vírus.
As vacinas não entram no núcleo das células e não são capazes de fazer nenhuma modificação nem causar problemas no futuro.
Mais informações: Efeitos colaterais das vacinas contra a COVID-19
Relatou-se uma síndrome muito rara de coagulação sanguínea combinada com uma baixa contagem de plaquetas, descrita como síndrome de trombose com trombocitopenia (TTS), cerca de 4 a 20 dias após a vacinação com a vacina ChAdOx1-S [recombinante] (AstraZeneca).
Considera-se plausível que haja uma relação causal entre a vacina e a TTS, embora isso ainda esteja sendo investigado. Ainda é preciso coletar e analisar mais dados para estimar o risco fora da Europa.
Em março de 2021, os dados provenientes do Reino Unido sugeriam que o risco de TTS era de cerca de 4 casos por 1 milhão de adultos vacinados, ao passo que a taxa estimada na União Europeia é de cerca de 1 caso por 100 mil. Os dados atuais da Europa sugerem que o risco pode ser mais alto em adultos mais jovens em comparação a idosos; ainda não foram identificados fatores de risco específicos (inclusive qualquer associação com tipo sanguíneo).
Em países com transmissão de SARS-CoV-2 em curso, o benefício de proteção contra a COVID-19 obtido pela vacinação supera em muito os riscos. A razão entre benefício e risco é maior nos grupos de idade avançada, já que o risco de desfechos graves da doença, inclusive eventos tromboembólicos relacionados à COVID-19, aumenta com a idade.
Mais informações:Recomendações do SAGE para a vacina da AstraZeneca (disponível em inglês)
Em junho de 2021, havia mais de 280 vacinas candidatas em desenvolvimento. Algumas estão mais avançadas que outras. Mais de 100 vacinas candidatas já estão sendo testadas em humanos.
A OMS atualiza regularmente o panorama de vacinas contra a COVID-19 (disponível inglês).
Todas as vacinas passam por fases de ensaio clínico antes de serem aprovadas para uso na população. As fases de ensaio clínico têm o objetivo de garantir a segurança e a capacidade de proteção contra a doença (eficácia) da vacina, além de outras questões, como os grupos populacionais nos quais a vacina pode ser administrada, o número de doses necessárias e o intervalo entre as doses.
Mais informações:
A OMS forneceu orientações sobre a eficácia preferida e mínima que as vacinas contra a COVID-19 devem ter:
consulte o documento Target Product Profiles for COVID-19 Vaccines da OMS (disponível em inglês)
A segurança é um dos focos principais dos ensaios clínicos de vacinas. Quando ocorre uma doença potencialmente inexplicável em um participante do estudo, que pode ou não estar relacionada à vacina que está sendo estudada, é normal investigar. Não são incomuns interrupções temporárias dos ensaios clínicos de vacinas enquanto os pesquisadores investigam o que aconteceu.
Antes de qualquer vacina ser aprovada para uso na população em geral, ela deve passar por algumas fases de ensaio clínico. As vacinas que estão sendo desenvolvidas contra a COVID-19 seguem as mesmas fases usuais, mas em alguns casos as fases podem se sobrepor ou ser aceleradas quando dados suficientes, especialmente sobre segurança, estiverem disponíveis. Após a aprovação de uma vacina contra a COVID-19 para uso na população em geral, o monitoramento de sua segurança e eficácia continua.
Dado que o suprimento de vacinas é limitado, os países precisam priorizar quem vai ser vacinado primeiro. Na maioria dos casos, esses grupos prioritários incluem trabalhadores essenciais – incluindo profissionais de saúde –, além de idosos e adultos com problemas de saúde pré-existentes.
A OMS e seu Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas em Imunização (SAGE, na sigla em inglês) publicaram um modelo de valores que oferece orientações sobre princípios e objetivos e os grupos-alvo para vacinação. As recomendações sobre os grupos prioritários levarão em consideração cenários epidemiológicos, a estratégia global de saúde pública e cenários de suprimento de vacinas. No entanto, cada país precisará adaptar as recomendações ao seu contexto nacional.
Sim, a OPAS/OMS recomenda que pessoas que tiveram COVID-19 sejam vacinadas, independentemente de terem apresentado sintomas ou ficado muito doentes. A vacina estimula ainda mais o sistema imunológico do corpo contra a COVID-19.
No entanto, se a pessoa estiver com sintomas na data da vacinação, o SAGE recomenda adiá-la até que a pessoa se recupere. Esta recomendação se aplica a todas as pessoas elegíveis, inclusive idosos.
Mais informações (disponíveis em inglês:
Você deve tomar a vacina mesmo que tenha sintomas de COVID-19 ou tenha recebido diagnóstico de COVID-19. Porém, você precisa seguir as orientações locais de isolamento antes de se dirigir ao posto de vacinação, e é melhor esperar para se vacinar após a sua recuperação. Depois de se recuperar, você pode tomar a vacina.
O SAGE da OMS recomenda esperar 6 meses para vacinar pessoas que tiveram COVID‑19, devido a limitações no suprimento de vacinas.
Porém, dados emergentes mostram que pessoas que tiveram COVID-19 anteriormente podem ficar doentes novamente, principalmente em áreas onde haja variantes preocupantes em circulação. Nesses contextos, pessoas infectadas anteriormente com COVID-19 devem ser vacinadas, idealmente, em até 90 dias após a infecção. A extensão desse período pode mudar conforme aprendemos mais sobre a imunidade derivada da infecção natural.
Sim. Como todos nós, as gestantes estão em risco de contrair COVID-19, mas, como seu sistema imunológico muda durante a gravidez, elas são mais vulneráveis a infecções respiratórias como a COVID-19. Quando ficam doentes, elas tendem a desenvolver sintomas mais graves cujo tratamento pode exigir uma hospitalização mais longa em unidades de tratamento intensivo, maior necessidade de suporte ventilatório e maior probabilidade de morte em comparação a pessoas não grávidas da mesma idade e etnia.
Dados de 24 países indicam que mais de 200 mil gestantes contraíram a COVID-19 na Região e pelo menos mil morreram devido a complicações da doença.
Embora haja dados limitados sobre a vacinação contra a COVID-19 em gestantes, a evidência é clara de que essas mulheres correm maior risco de doença grave e hospitalização devido à infecção pelo SARS-CoV-2. Isso levou os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos a incluírem todas as mulheres grávidas como grupo prioritário para receber a vacina. Entretanto, com base em evidências limitadas de efeitos a longo prazo (especialmente em recém-nascidos), a OMS recomenda oferecer a vacina contra a COVID-19 a gestantes ou lactantes se elas pertencerem a um dos grupos de alto risco (profissionais de saúde ou pessoas com comorbidades, por exemplo) ou sempre que for entendido que os benefícios de receber a vacina superam os riscos.
Não existem evidências de que as vacinas contra a COVID-19 tenham efeito sobre o feto.
Sim. As lactantes podem se vacinar e, dado que o aleitamento materno oferece benefícios de saúde significativos para quem amamenta e para as crianças amamentadas, a recomendação é que as lactantes continuem amamentando após a vacinação. Até junho de 2021, não havia nenhuma contraindicação para esse grupo.
Sim, recomenda-se que pessoas com problemas de saúde pré-existentes tomem a vacina assim que possível, visto que tendem a ter maior risco de complicações devido à COVID-19. As vacinas disponíveis contra a COVID-19 são seguras e eficazes em pessoas com problemas de saúde conhecidos associados a um maior risco de doença grave, como hipertensão arterial, diabetes, asma, doenças pulmonares, hepáticas ou renais, além de infecções crônicas que estejam estáveis e controladas.
Embora sejam necessários mais estudos em pessoas imunocomprometidas, as pessoas nesta categoria que fizerem parte de um grupo recomendado para vacinação podem ser vacinadas desde que tenham sido informadas e orientadas por seus médicos.
Sim, pessoas que já tiveram SGB podem tomar vacina contra a COVID-19. Até o momento, não foi relatado nenhum caso de SGB após a vacinação nos participantes dos ensaios clínicos das vacinas à base de mRNA contra a COVID-19. Foi relatado um caso de SGB em um participante vacinado no ensaio clínico da vacina contra a COVID‑19 da Janssen (comparado a um caso de SGB entre os que tomaram placebo).
As diretrizes gerais de melhores práticas de imunização do Comitê Consultivo Independente sobre Práticas de Imunização (ACIP, na sigla em inglês) dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos não incluem história de SGB como uma das precauções para vacinação com outras vacinas.
Mais informações: Considerações sobre vacinas para pessoas com comorbidades (disponível em inglês)
Até julho de 2021, a OMS havia aprovado o uso da vacina da Pfizer em pessoas a partir de 12 anos de idade. As outras vacinas que foram aprovadas pela OMS continuam sendo autorizadas para pessoas a partir de 18 anos de idade.
Até junho de 2021, não. Segundo as evidências disponíveis no momento, não foi identificado nenhum fator de risco associado a eventos adversos graves após a vacinação contra a COVID-19.
Em sua maioria, sim. Se uma pessoa sofrer de alergias que não estejam relacionadas a nenhum componente das vacinas contra a COVID-19, ela pode ser vacinada quando for sua vez.
Pessoas com história de reação alérgica grave a qualquer componente da vacina devem consultar um profissional de saúde antes de se vacinarem contra a COVID-19.
Sim. As vacinas contra a COVID-19 protegem você da doença grave ao ensinar seu corpo como lutar contra o vírus.
Algumas pessoas podem sentir efeitos colaterais leves, como dor no local da injeção, dores musculares ou febre, mas eles passam rapidamente. Esses efeitos colaterais são resultado da resposta do seu sistema imunitário à vacina; eles não significam que você está com COVID-19. A vacina não vai fazer você pegar COVID-19 nem contagiar os outros com COVID-19.
Sim. Mesmo que você não tenha nenhum dos efeitos colaterais comuns depois de tomar a vacina (braço dolorido, fadiga, dor de cabeça, calafrios, dor muscular, febre, etc.), isso não significa que a vacina contra a COVID-19 não tenha gerado proteção. Demonstrou-se que todas as vacinas contra a COVID-19 são seguras e eficazes.
Sim. Algumas das vacinas aprovadas exigem que as pessoas tomem uma segunda injeção depois de certo período. Tomar essa segunda injeção na data recomendada fortalece a resposta imune do seu corpo ao vírus. Não tomar a segunda dose significa que sua proteção contra a doença não será ideal.
Sim; em junho de 2021, as recomendações da OMS eram de que a segunda dose deve ser do mesmo fabricante.
Não, não há nenhuma necessidade de usar vacina do mesmo lote para as vacinas que exigem um regime de duas doses.
O período que você precisa esperar antes de tomar sua segunda dose depende da vacina que você recebeu.
Para obter informações sobre as diferentes vacinas que foram aprovadas pela OMS, acesse (disponíveis em inglês):
Sim. Todos vamos precisar continuar usando máscara, praticando o distanciamento social e lavando as mãos com frequência, mesmo depois que as vacinas contra a COVID-19 estiverem disponíveis para a população em geral. Vai levar muito tempo para fabricar doses suficientes das vacinas e distribuí-las de maneira ampla o suficiente para impedir a propagação do vírus. Mesmo assim, estima-se que mais de dois terços da população precisarão ser vacinados antes que a imunidade coletiva (ou imunidade de rebanho) seja alcançada.
A recomendação é esperar pelo menos 14 dias entre a vacinação contra a COVID-19 e a vacinação contra qualquer doença, inclusive a gripe.
Até junho de 2021, os pesquisadores ainda estavam estudando quanto tempo dura a imunidade (proteção) obtida com as vacinas contra a COVID-19 e o grau de proteção conferido contra diferentes variantes do vírus. Teremos respostas para essas e outras perguntas conforme mais estudos forem realizados para determinar se serão necessárias vacinações adicionais.
Não. Embora os componentes listados nas bulas das vacinas possam soar alarmantes (por exemplo, tiomersal, alumínio, formaldeído), de modo geral essas substâncias são encontradas naturalmente no corpo humano, nos alimentos que comemos e no ambiente ao nosso redor. As quantidades contidas nas vacinas são muito pequenas e não farão mal ao organismo.
Não, a vacina contra a COVID-19 produzida pela AstraZeneca não inclui nenhuma quantidade de enxofre..
Mais informações (disponíveis em inglês):AstraZeneca package leaflet
As vacinas contra a COVID-19 não podem magnetizar e não geram atração magnética, nem mesmo no local da injeção. As vacinas são livres de metais que poderiam causar alguma atração magnética em seu corpo.
Não. As vacinas conferem imunidade sem os efeitos nocivos que a COVID-19 pode ter, inclusive “COVID longa” e morte. Permitir que a doença se espalhe até que a imunidade coletiva (ou de rebanho) seja alcançada causaria milhões de mortes e forçaria ainda mais pessoas a viverem com os efeitos de longo prazo do vírus.
As vacinas não contêm células fetais.
No processo de produção de algumas vacinas, foram utilizadas linhagens celulares oriundas de células derivadas de tecido fetal obtido de abortos realizados na Suécia e na Inglaterra há mais de 40 anos. Esses abortos foram voluntários, estavam em conformidade com a legislação de cada país e não foram realizados com o objetivo de gerar linhagens celulares para fabricar vacinas.
As linhagens celulares revolucionaram a pesquisa científica ao permitirem estudar no laboratório diversos processos biológicos que poderiam ocorrer em alguns organismos vivos. As linhagens celulares são geradas usando células obtidas de tecido (humano, animal ou vegetal) e cultivadas em laboratório para investigar novos medicamentos ou vacinas, por exemplo. Foram usados diversos tipos de linhagens celulares na produção de vacinas, como as vacinas contra rubéola, varicela, hepatite A, raiva e, recentemente, algumas das vacinas contra a COVID-19.
As linhagens celulares são usadas pelos cientistas porque os vírus, ao contrário das bactérias, necessitam de células para crescerem e se multiplicarem. As linhagens celulares são necessárias para que os vírus cresçam e se multipliquem para que possam ser estudados em laboratório. As linhagens celulares desenvolvidas a partir de tecido fetal têm a vantagem de poderem crescer e se multiplicar indefinidamente em certas condições de laboratório, pois as células fetais estão em um processo contínuo de diferenciação e crescimento. Isto significa que elas são preferíveis para pesquisa comparadas a outras linhagens celulares ou a culturas de células primárias, que podem se reproduzir apenas um número limitado de vezes.
Embora algumas vacinas usem linhagens celulares no processo de pesquisa e produção, nenhuma vacina contém células fetais.
Não, nenhuma das vacinas contra a COVID-19 aprovadas fará com que você libere, espalhe ou elimine nenhum dos componentes da vacina.
Atualmente, não existem efeitos conhecidos das vacinas contra a COVID-19 sobre a menstruação. Além disso, as pessoas podem receber a vacina contra a COVID-19 em qualquer momento do período menstrual.
Não. Uma pessoa ter sido vacinada contra a COVID-19 não tem nenhum efeito sobre a menstruação de outra pessoa.
Não. A efetividade da vacina não é afetada por nenhum alimento ou bebida consumido antes ou depois de tomar a vacina contra a COVID-19.
Não, as fases de estudo das vacinas autorizadas demonstraram que receber a vacina contra a COVID-19 não tem nenhum efeito sobre a fertilidade. De fato, algumas participantes dos estudos clínicos engravidaram durante os estudos. Nenhuma vacina suspeita de afetar a capacidade de concepção de uma pessoa jamais foi nem será aprovada.