Unidade Técnica Mais Médicos

Colatina é um município da região noroeste do Espírito Santo, localizado a 140km da capital, com uma população de 121 mil habitantesº. O maior produto agrícola de Colatina é o café, e a cidade se destaca também pela produção da indústria têxtil.
A partir do início de 2014, o município recebeu 16 profissionais do Programa Mais Médicos. Em uma das unidades de saúde contempladas, o número de atendimentos passou de 20 para 128 por semana, segundo a Prefeitura de Colatina¹.

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Viana é uma cidade da região metropolitana de Vitória, no Espírito Santo, a 22 km da capital, com 65 mil habitantes¹. No início de 2013, Viana contava com apenas 39 médicos para atendimentos em todo o seu território. Desde então, o município mais que triplicou o número de profissionais, sendo 21 deles oriundos do Programa Mais Médicos, e, dentre estes, 14 cubanos. A Unidade Básica e Especializada de Saúde de Viana, mais conhecida como Viana Sede, recebeu um grande reforço na sua equipe: foram dois médicos argentinos e dois médicos cubanos do Programa Mais Médicos. Além dos quatro estrangeiros, a unidade conta ainda com dois médicos brasileiros oriundos do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica, o Provab.

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A aldeia tupiniquim Irajá fica localizada a 12 km do centro do município de Aracruz, ao norte do Espírito Santo. Cortada pelo rio Piraquê-açu, que quer dizer “peixe grande” na língua tupi, a aldeia é formada por pouco mais de 560 pessoas que lutam pela sobrevivência do seu povo. Apesar da palavra ser comumente usada como sinônimo de “nacional”, com um apelo pejorativo (“cinema tupiniquim”, “política tupiniquim”), o verdadeiro povo tupiniquim é um dos mais desconhecidos do Brasil. Na aldeia Irajá, os indígenas vivem basicamente da pesca do caranguejo e de outros crustáceos, além da venda de artesanato e do trabalho no setor de serviços no centro de Aracruz.

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Há 30 anos, o cardiologista brasileiro Ulysses da Costa Paiva Neto atende a população da comunidade Nova Rosa da Penha, no município de Cariacica, no Espírito Santo. O bairro surgiu por volta de 1982, resultado de doações de lotes destinados à urbanização da área e de ocupações de posseiros, e hoje concentra uma população de baixa renda na região metropolitana de Vitória.

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No início de junho de 2014, uma equipe da Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil esteve no Espírito Santo visitando algumas unidades que haviam recebido profissionais cubanos do Programa Mais Médicos. Um dos locais escolhidos foi a Unidade Básica de Saúde de Central Carapina, no município de Serra, que contava com um médico cubano recém-chegado ao posto: Hidalgo Rodrigues Matias estava atendendo há apenas dois meses quando falou pela primeira vez com a OPAS.

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“Eu acho que o Brasil pode criar o seu próprio pessoal para trabalhar, sem a necessidade de trazer médicos de fora. Mas, por enquanto, até que o país consiga formar mais pessoas, o Programa Mais Médicos tem um objetivo primordial. Principalmente no interior, onde muitas comunidades ficavam sem médico por muito tempo e as pessoas são mais necessitadas, que é onde realmente o trabalho dos médicos é muito importante. E não só dos médicos cubanos, mas de todas as nacionalidades que integram o Programa, inclusive os brasileiros.” Essa é a avaliação geral que a médica cubana Noraima Pérez del Llano faz do Programa Mais Médicos.

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No dia 05 de dezembro de 2014, o Jornal Nacional, da TV Globo, apresentou uma reportagem sobre o Programa Mais Médicos no interior piauiense. A equipe voltou à cidade de Cocal, ao norte do estado, um ano depois da chegada dos médicos cubanos, para mostrar a evolução do atendimento. “O que chama atenção hoje nos postos de saúde do município é que não há mais filas. Os moradores, sabendo que vão encontrar médico quase que todos os dias da semana, deixaram de vir durante a madrugada e todos de uma só vez”, diz a repórter Neyara Pinheiro.

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O médico cubano Duniesky Cabrera Diaz chegou ao Brasil em novembro de 2013, na cidade de São Paulo, para integrar o Programa Mais Médicos. Durante um mês, passou por uma bateria de provas e exames, além de cursos de especialização sobre o sistema de saúde brasileiro e um treinamento em língua portuguesa. Às vésperas do Natal daquele ano, Duniesky chegou ao destino para o qual fora destacado: a Unidade de Saúde da Família Sadi Ribeiro Gomes, no bairro de Ampliação, na cidade de Itaboraí, a 45 km da cidade do Rio de Janeiro.

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No último dia 30 de setembro, a comunidade de Quissamã celebrou a reinauguração da Unidade Básica de Saúde da Família Vereador Eugênio Marins Coutinho, totalmente ampliada e reformada. Construído há 12 anos, o posto havia sido desativado para entrar em obras, mas os trabalhos foram abandonados em fevereiro de 2011, e retomados pela prefeitura em janeiro deste ano. Durante quase 3 anos, a população sofreu com falta de atendimento médico na região.

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“Estar na atenção básica não é muitas vezes a escolha de carreira de muitos médicos em formação no Brasil. A vinda do Programa Mais Médicos fortalece a aposta de que a atenção básica é a ordenadora do Sistema Único de Saúde e que ela precisa ser muito qualificada em todo o país.” Esta é a opinião da psicóloga Marta Magalhães, Secretária de Saúde do Município de Volta Redonda, na região do Vale do Rio Paraíba, a 127 km da capital do estado do Rio de Janeiro. A cidade conta com oito médicos cubanos do quinto ciclo do Programa Mais Médicos, que chegaram na cidade em abril deste ano. “Volta Redonda acredita na atenção básica como a porta de entrada do sistema de saúde, por isso tem um investimento muito grande nesta área. Pesquisas comprovam que até 80% das demandas de saúde da população precisam ser atendidas na atenção básica, então é ali que o mundo do cuidado tem que ser estimulado. O desafio dos gestores é qualificar essa área para que ela tenha uma maior legitimidade junto à população”, explica.

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O tempo parece passar mais devagar no distrito de Riograndina, em Nova Friburgo, município da região serrana do estado do Rio de Janeiro. O distrito ainda guarda antigas construções que remontam ao tempo do império, quando se iniciou a colonização do município: o casarão da antiga estação ferroviária, a bucólica pracinha típica de uma cidade do interior e a imponente ponte de ferro por onde passava um trem a vapor. Eu gosto de trabalhar aqui, a comunidade é bem receptiva. São pessoas simples. Aqui é uma zona mista de rural e urbana, então a gente atende a esses dois tipos de populações, que são um pouco diferentes”, conta a enfermeira de Estratégia de Saúde da Família (ESF) Pollyana Mendes de Moraes Alvares.

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Com a voz embargada e os olhos cheios de lágrimas, a médica cubana Idania Martinez Aranega relembra a calorosa recepção que teve quando chegou ao Brasil, em março deste ano. “Eu já tinha a experiência de ir a outro país, estive na Venezuela, mas a acolhida aqui foi muito carinhosa. Os brasileiros são muito parecidos aos cubanos. Nós não esperávamos por isso, então foi muito emocionante, muito gratificante, muito bonito e eu chorei”, conta. Idania e o marido, o também médico cubano Eduardo Juvier Castillo, fazem parte do Programa Mais Médicos e estão lotados na Unidade Básica de Saúde Ariosto Bento de Mello, no bairro Cordoeira, em Nova Friburgo.

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De origem tupi, o nome Itatiaia significa “pedra cheia de pontas”. Em plena Serra da Mantiqueira, a 180 km da capital do Rio de Janeiro, na divisa com os estados de São Paulo e Minas Gerais, o município de Itatiaia é famoso pela reserva natural que leva seu nome. Com imensas formações rochosas, inúmeras cachoeiras e fauna e flora preservadas, o Parque Nacional de Itatiaia abrange ainda o Pico das Agulhas Negras, a sexta montanha mais alta do Brasil. Foi nesse cenário que, em março deste ano, chegaram 4 médicos cubanos do Programa Mais Médicos. Apesar de contar com Índice de Desenvolvimento Humano considerado alto – está na 17ª posição entre os 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro1  – Itatiaia sofria com o problema da fixação de médicos. “A rotatividade de profissionais era grande. Pela unidade de saúde de Maromba chegaram a passar cinco médicos diferentes na mesma equipe em um ano”, conta o secretário municipal de Saúde, João Ferreira de Lima.

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“O desenvolvimento humano só existirá se a sociedade civil afirmar cinco pontos fundamentais: igualdade, diversidade, participação, solidariedade e liberdade.” Esta frase é atribuída a Herbert José de Souza, o Betinho, sociólogo e ativista dos Direitos Humanos brasileiro que dá nome à Clínica da Família situada no bairro de Thomas Coelho, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro. Falecido em 1997, em decorrência de complicações causadas pela Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), Betinho era hemofílico e ficou conhecido em todo o país por sua luta pela transformação social contra a pobreza e a desigualdade. Ele foi o fundador do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE), da Organização Não Governamental (ONG) Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida e da Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIAIDS).

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O barulho permanente dos latidos e miados de 3.500 animais abandonados é o som ambiente nos corredores da Clínica da Família Anthidio Dias da Silveira, no Jacarezinho, Zona Norte do Rio de Janeiro. A unidade de saúde, instalada na entrada da comunidade, fica localizada embaixo de um viaduto e colada à Sociedade Internacional Protetora dos Animais (Suipa), que acolhe os animais domésticos abandonados pelas ruas de toda a capital. “Para quem vem de fora, o som dos latidos é ensurdecedor. Mas a gente já está tão acostumado que só percebe quando alguém comenta”, sorri Cyntia Amorim Guerra, a gerente da clínica.

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