Brasília, 7 de maio de 2026 — Foi concluída nesta quarta-feira (06/05) uma missão promovida pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Washington D.C., nos Estados Unidos. O encontro teve como objetivo fortalecer a governança, a regionalização e a organização das redes de atenção à saúde, em benefício da população do Brasil e da Região das Américas como um todo.
Realizada entre os dias 4 e 6 de maio, a missão incluiu reuniões e painéis temáticos do Conasems com diferentes Departamentos da OPAS, abordando temas prioritários como Redes Integradas de Serviços de Saúde (conhecidas no Brasil como Redes de Atenção à Saúde), imunização, saúde mental, doenças crônicas não transmissíveis, regionalização nos serviços de saúde, transformação digital, formação de recursos humanos, determinantes sociais e ambientais, além de emergências e acesso a medicamentos e tecnologias em saúde.
Ao longo dos três dias, o Conasems pôde conhecer mais sobre experiências desenvolvidas em outros países das Américas e compartilhar iniciativas voltadas ao fortalecimento da gestão municipal no Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil.
A agenda incluiu ainda discussões técnicas voltadas a identificar novas oportunidades de cooperação, tanto para apoiar os municípios brasileiros quanto para potencializar a contribuição do Conasems em iniciativas regionais nas Américas.
Para o presidente do Conasems, Hisham Hamida, a missão reforça a importância da cooperação internacional e da troca de experiências entre países. “Finalizamos essa missão com ótimas impressões e várias iniciativas que podem fortalecer o SUS, principalmente nos municípios brasileiros”, destacou.
O diretor da OPAS, Jarbas Barbosa, ressaltou o intuito de explorar com o Conasems as prioridades regionais e continuar a cooperação para fortalecimento do Sistema Único de Saúde do Brasil. “O Conasems tem um papel fundamental de liderança junto com os municípios brasileiros, que estão próximos das pessoas, das famílias e das comunidades e têm um papel-chave na atenção primária e nas redes (de cuidado)”, afirmou.
